Sete transformações causadas pela pandemia dentro das empresas brasileiras

Sete transformações causadas pela pandemia dentro das empresas brasileiras

Não se tem ainda uma noção de quando a pandemia do novo coronavírus vai terminar, mas já pode-se afirmar que o crescimento do trabalho remoto será um dos principais legados para as empresas de todos portes e segmentos do Brasil. Gestores que até então nunca haviam se identificado com o modelo, viram-se obrigados e instaurá-lo e, acima de tudo, fazê-lo funcionar.

Manuele Peglow, gestora de marketing da Vendrame Consultores, fez uma análise geral do mercado e listou abaixo outras sete mudanças significativas e que podem alterar para sempre a forma como se trabalhava pré-pandemia. Confira:

1 – Relacionamento com o Cliente

Além das ferramentas online para facilitar, aproximar e diminuir custos, as empresas tiveram que conhecer ainda mais seus clientes, encontrar novas formas de valorizá-los remotamente, buscando nutrir as relações ao invés de só contatá-los por qualquer necessidade.

2 – Capital Humano

Se há anos os profissionais de recursos humanos trabalhavam para a valorização dos colaboradores dentro das organizações, agora mais do que nunca essa área precisou rever processos e condutas para contribuir com as expectativas tanto da empresa, quanto dos profissionais.

3 – Planejamento Estratégico

Negócios que nunca pensaram em planejamento estratégico, enxergaram a necessidade de se familiarizar com o assunto. Mesmo sendo parte inicial e fundamental para qualquer empreendimento, culturalmente no Brasil (devido quantidade de empresas familiares e pequenas) não há tanto conhecimento sobre o assunto e aplicação.

4 – Avaliação 360º

Trata-se de um momento que exige uma reavaliação completa de todo o negócio, o que se aplica não somente para os micros e pequenos, mas como também para as grandes empresas. Não só para profissionais operacionais, mas principalmente para os líderes, pois o resultado de uma equipe é reflexo da condução desses gestores.

5 – Posicionamento de Marca

Algo também que parecia ser muito distante apenas para grandes empresas, tornou-se assunto em pauta. O quão palavras e ações não avaliadas impactam os negócios X estrutura de comunicação que levam ao crescimento.

6 – Reavaliação de custos e reais necessidades

O perfil de consumo tem mudado também para as empresas, que ao reavaliarem custos e necessidades da nova rotina, muitas identificaram gastos desnecessários e possíveis reduções de custos a longo prazo, inclusive pelo home office.  

7 – O Velho Novo Digital

Já estamos em meio a transformação digital há mais de dez anos, mas muitos negócios ainda procrastinavam ou nadavam contra a maré. Não se trata apenas de estar online, mas ser online. Empresas que tinham projetos a longo prazo de: criação de sites, canais em redes sociais, implantação de softwares (ERP, CRM, CLOUD) e folha de pagamento online, bots de IA, tiveram que se adequar da noite para o dia com projetos de entregas rápidas.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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