5 dicas importantes de linguagem corporal para reuniões virtuais

5 dicas importantes de linguagem corporal para reuniões virtuais

Diante da pandemia de Covid-19 e a necessidade de adotar medidas de distanciamento social, a maioria das empresas recorreram ao home office e, por isso, precisaram se adaptar a uma nova maneira de interagir com suas equipes. As videoconferências se tornam parte da rotina daqueles que não podem mais se encontrar pessoalmente, porém, é importante lembrar que as reuniões virtuais são muito diferentes das presenciais.

Enquanto o conteúdo da reunião e os participantes são basicamente os mesmos, a presença de uma câmera faz com que tudo pareça novidade. Todos estão constantemente se perguntando: “Para onde olhar?”, “O que fazer com as mãos?” e “Se eu não estiver falando, eles ainda verão minha webcam?”.

Apresentação pessoal

A resposta para a última pergunta é sempre sim – todos os participantes podem ver as câmeras ligadas durante toda a reunião. Mas no quesito “apresentação pessoal”, durante as videoconferências, é preciso estar mais atento à linguagem corporal do que durante as reuniões presenciais.

E como há uma boa chance de as reuniões online se tornarem uma parte contínua da vida cotidiana do trabalho, provavelmente é uma boa ideia avaliar qual a etiqueta adequada para os encontros virtuais. Para auxiliar nesta tarefa, o GoToMeeting by LogMeIn preparou uma lista com as cinco principais dicas de linguagem corporal para garantir que todos sejam profissionais e engajados durante as videoconferências. Confira:

1 – Cuide da postura

Ao trabalhar em casa, é possível trabalhar na mesa da cozinha, no sofá, na cama e até no carro (apenas para sair de casa). Mas quando chega a hora de entrar em uma reunião, é importante verificar se a pessoa está em um local onde se consiga sentar-se ereto – de preferência em uma mesa.

Manter uma boa postura durante uma reunião faz com que o participante pareça estar mais envolvido. A boa postura também aumenta a autoconfiança, o que ajuda no envolvimento da conferência e melhora a experiência geral do usuário. E, falando sério, discar para uma reunião virtual enquanto descansa no sofá não é uma boa aparência.

2 – Mantenha contato visual

Embora não seja possível fazer “contato visual” durante uma videoconferência, o ideal é sempre falar e olhar para o monitor, mesmo quando não é possível distinguir se os integrantes da reunião estão olhando diretamente para foto de quem fala. Esse tipo de contato visual faz com que as conversas online pareçam mais humanas.

Se mesmo assim alguém não se sentir conectado com a equipe, sempre é possível usar a exibição em grade para visualizar todos os membros da reunião ao mesmo tempo. Isso possibilita que uma pessoa possa falar e acompanhar as expressões faciais dos demais, e ver como todos estão respondendo aos comentários em tempo real.

Quando não houver ninguém da equipe falando, o ideal é que todos continuem olhando no monitor. As pessoas saberão distinguir se todos estão compenetrados na videoconferência ou apenas interessados em acontecimentos externos, como a televisão ou o celular.

3 – Controle as expressões faciais

O microfone no mudo não quer dizer que as pessoas não leiam expressões faciais. Tente manter uma expressão amigável. É possível fazer isso ao manter um sorriso moderado e, levemente, erguer as sobrancelhas. Caso pareça forçado, o recomendado é manter o rosto neutro. Evite franzir a testa ou fazer careta enquanto os demais colegas falam.

Ainda, o interlocutor tem a possibilidade de olhar seu próprio rosto na câmera e entender se está se comunicando demais. Isto possibilita que ele faça ajustes necessários.

4 – Mantenha as mãos sob controle

Assim como o rosto, as mãos podem dizer muito sobre os verdadeiros sentimentos daquele que está falando. Por exemplo, esfregar o queixo pode ser um sinal de julgamento, já inspecionar as unhas e apoiar a cabeça nas mãos mostra tédio.

Para evitar o envio de sinais errados com as mãos, o aconselhável é mantê-las fora do alcance da câmera. É seguro que elas fiquem descansando no colo ou, gentilmente, postas sob a mesa.

Para aqueles que falam com as mãos, a dica é usá-las como faria normalmente, pois quando se para e pensa muito sobre isso, não parecerá natural e ficará estranho. Também é legal evitar tocar o rosto.

5 – Relaxe

O ponto principal é que, quando a pessoa está relaxada, a linguagem corporal fala por si só. Por exemplo, se ela estiver estressada em participar da videoconferência, esse temperamento passará para sua linguagem corporal.

Mas qual o motivo de estar estressado? Embora exista um desconforto por estar aparecendo na tela, são sempre as mesmas pessoas que estão presentes. A dica é não deixar que a mudança de local e a nova tecnologia impeçam de que o integrante da equipe se solte.

A linguagem corporal fala muito sobre uma pessoa e como ela se sente em determinada situação. Durante as videoconferências, não é aconselhável ocultar, dos demais, a linguagem corporal, por tanto, verifique se seu corpo está dizendo as coisas certas, permanecendo relaxado e envolvido.

Expertise e práticas recomendadas 

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Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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