Estudo sinaliza o perfil dos escritórios do futuro

Estudo sinaliza o perfil dos escritórios do futuro

Após vivermos uma mudança de hábitos em todos os ambientes que frequentamos, existe uma dúvida de como serão os locais de trabalho daqui para frente. Com intuito de entender o que os profissionais do mercado imobiliários pensam sobre o assunto, o Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, lançou uma pesquisa com seus clientes, para saber suas projeções sobre o futuro dos locais empresariais.

Nessa amostra, 51% são imobiliárias, 45% corretores autônomos e 4% são construtoras ou incorporadoras. Na visão de 90% desses executivos, a pandemia acelerou os processos de transformação digital no setor imobiliário. Para 81% deles, os escritórios passarão por mudanças após a pandemia; 15% acreditam que as alterações serão momentâneas.

Espaços físicos menores

Muitos dizem que as empresas terão menos espaços físicos de trabalho do que tinham anteriormente, pois a maioria dos colaboradores estará em home office ou trabalhará em turnos alternados (74%). Outros avaliam que as companhias vão buscar novos espaços de trabalho para distribuir melhor os funcionários (15%).

Sobre as principais mudanças que devem acontecer nos espaços de escritório, 46% dos entrevistados entendem que haverá adaptações em todas as áreas; 41% supõem que haverá alteração somente em locais onde os funcionários costumavam trabalhar a uma distância inferior à recomendada atualmente, gerando assim, uma redistribuição de lugares. Outros 13% enxergam alterações apenas nas áreas comuns a todos os funcionários.

Coworkings ganharão mais força

Para adaptar os espaços colaborativos à situação atual, 28% acreditam que os espaços serão reduzidos. Para 27% dos clientes ouvidos, os coworkings vão ganhar mais força. Alguns entendem que as empresas buscarão salas mais amplas e com melhor ventilação (19%). Outros 10% dos entrevistados acreditam que será muito comum a instalação de divisórias entre as mesas dos funcionários para criar uma barreira protetora.

Como serão os escritórios no futuro? Segundo 54% dos clientes que participaram da amostra, a utilização de coworking e horários flexíveis deverão permanecer, mesmo após a situação se normalizar. Outros 36% creem que, por um período, o trabalho remoto será uma realidade, porém, com a situação normalizada, as empresas voltarão a ocupar espaços físicos como antes. Outros 5% veem a volta do trabalho em cubículos individuais e separados dos demais funcionários, e 4% acham que as empresas ampliarão os ambientes para redistribuir funcionários.

Dentre as percepções de como serão os novos ambientes de trabalho, 47% dos entrevistados avaliam que os locais serão mais arejados; 17% acreditam que se tornarão mais amplos; 16% dizem que poderão ser mais aconchegantes, enquanto 14% apostam em salas de reuniões menores.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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