Indústrias que adaptaram produção na pandemia retomam atividades normais

Indústrias que adaptaram produção na pandemia retomam atividades normais

O atípico ano de 2020 fez com que muitas empresas tomassem direções diferentes em relação ao seu planejamento. Porém, com a retomada das atividades em vários setores, as “expectativas” voltam à pauta e os aprendizados adquiridos nos períodos difíceis tornam-se parte estratégica para os próximos passos. 

É o que aconteceu com a empresa paranaense de solução em gestão visual e materiais para escritórios Isoflex, que vinha em franca expansão no final de 2019, comemorando a parceria com várias gigantes do mercado do varejo, como a Kalunga, para a venda de seus produtos.

A diretora de marketing Carolina Wolfart Hartmann (foto) lembra que era grande a perspectiva para 2020, mas, com a pandemia da Covid-19, a empresa teve uma queda no seu faturamento regular e precisou tomar medidas pontuais para contornar o momento instável. “Tivemos que adaptar nossa produção e encontrar produtos que pudessem ser úteis no combate à pandemia. Começamos então a produzir escudos faciais, quadros de beira de leito e displays que foram muito utilizados em hospitais, por exemplo”.

Com a adaptação, a empresa recuperou boa parte do seu faturamento, o que deu um novo fôlego para a próxima guinada: o Home Office. “Essa modalidade de trabalho ganhou força em 2020 e por isso voltamos a nossa produção normal neste primeiro momento investindo no desenvolvimento e na fabricação de produtos voltados a gestão visual do trabalho em casa, como quadros profissionais, tipo o moppy flex, e organizadores de mesa”, complementa a diretora. 

 

Mudanças que vieram pra ficar

Além dos quadros para home office, outras mudanças realizadas durante a pandemia vieram para ficar na Isoflex. Segundo a executiva, o ecossistema comercial e de marketing foi um deles, com a rápida resposta às adaptações de produtos, linha de produção e novos métodos e canais de atendimento ao cliente.

“As mudanças foram muito benéficas para o aprimoramento da empresa, tanto na prospecção de novos clientes como nas nossas políticas de trabalho internas e certamente farão a diferença daqui pra frente”, explica Carolina.

Com  a retomada das atividades em alguns setores, a empresa espera reaver o crescimento esperado. Os mercados mais promissores, segundo Carolina, são as indústria alimentícias e farmacêuticas, cujas atividades tiveram menor impacto no ano de 2020.

Outro fato fundamental é a retomada gradual das feiras de negócios, que são vitais para observar os rumos do mercado, expor novos produtos e fechar parcerias. 

“Estamos confiantes e retomamos nossas atividades normais pós-pandemia mais fortalecidos como empresa. Mesmo com o crescimento, a Isoflex segue como uma empresa familiar e cada vez mais preparada para, mesmo em tempos mais difíceis – como mostrou durante a Covid, buscar as melhores soluções aos clientes”, conclui Carolina Hartmann.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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