Empreendedorismo é alternativa ao desemprego

Empreendedorismo é alternativa ao desemprego

Com as altas taxas de desemprego e crise econômica atingindo o país, empreender como MEI tem se tornado uma das alternativas principais para se ter uma nova renda no Brasil. Segundo dados do Portal do Empreendedor, o país possui hoje mais de 11 milhões de microempreendedores individuais (MEIs). Mas é importante lembrar que, ao abrir uma empresa, além de saber os motivos e vantagens de ter o próprio negócio, a pessoa também precisa entender quais são seus direitos e deveres.

Para Alexandre de Carvalho, contador há mais de 20 anos e um dos sócios fundadores de Easymei, aplicativo de auxílio e gestão para microempreendedores individuais, “os principais motivos para você tirar seu projeto do papel são a independência financeira, flexibilidade e trabalhar com algo que sempre sonhou”, explica.

Independência Financeira

Apesar de exigir certo tempo para acontecer no empreendedorismo, ter independência financeira é não ter um limite de ganhos. Seu negócio pode te gerar lucros que há tempos você almeja.

Flexibilidade

Tão sonhada por muitas pessoas, a flexibilidade de horários significa poder escolher quando e como se dedicar ao negócio. Controlar o próprio tempo é uma vantagem para qualquer empreendedor.

Trabalhar com o seu sonho

Amar uma área e uma profissão é o que leva muita gente ao empreendedorismo. Isso porque quando alguém abre o próprio negócio, está se dedicando ao sucesso da maneira como sempre desejou.

Hoje, o MEI é a porta de entrada para o empreendedorismo no país. E por isso, é importante saber que há regras para se formalizar, cobrança de imposto mensal e obrigatoriedades para não perder seu CNPJ. “Tenha em mente que este é um mercado em ascensão no Brasil e que há um mundo de possibilidades profissionais. A formalização sempre é o melhor caminho e o MEI pode ser uma alternativa ao desemprego, uma renda extra”, explica o contador.

Regras para se formalizar

Para conquistar o direito de ter um CNPJ e emitir notas fiscais, o MEI deve se enquadrar nas atividades permitidas pela legislação, ter faturamento de até R$ 81 mil ao ano, ter no máximo um funcionário e não participar de outra empresa.

Direitos

Algumas das vantagens de ser MEI são o auxílio doença, caso sofra algum acidente ou venha a adoecer; auxílio maternidade e recurso emergencial. Além disso, o profissional pode criar novas oportunidades de trabalho, podendo vender e prestar serviços para empresas e também participar de licitações do Governo.

Deveres

Os principais deveres do MEI é o pagamento da guia mensal DAS, no valor de R$ 53,25, podendo chegar a R$ 58,25 dependendo da atividade e entrega da Declaração Anual ao Governo, semelhante ao imposto de renda.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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