Grupo Kharina completa 45 anos e prevê novos restaurantes em 2021

Grupo Kharina completa 45 anos e prevê novos restaurantes em 2021

Inovação e qualidade dos produtos e de atendimento são as principais características que acompanham a rede paranaense Kharina, que está completando 45 anos. A história de um negócio familiar bem sucedido começou em 1975, quando Rachid Cury Filho, com então 24 anos, estudava Administração e era vendedor de carros em Curitiba. Cinéfilo, principalmente de filmes de Hollywood, ele gostava da forma como os lanches americanos eram servidos e decidiu oferecer algo semelhante na cidade. Não havia celulares, redes sociais ou qualquer outra tecnologia que conectasse o mundo e tornasse tudo, de certa forma, global. Uma lanchonete nesses moldes surgia, então, como novidade e era como estar num enredo de filme, recebendo no carro hambúrguer e milk-shake.

Depois começou a atender em mesas com garçom, servindo  sanduíches no prato, que não existia na época no Brasil. Também passou a seguir outras tendências que iam surgindo nos mercados mais desenvolvidos. Hoje, a rede Kharina conta com cinco restaurantes em Curitiba e mais quatro em São Paulo.

E desde 1980, o fundador da rede viaja todos os anos para Chicago, para participar da maior feira de alimentação do mundo sobre tendências de mercado. As novidades são trazidas para cá e colocadas em prática.

Eu conversei com o diretor executivo da rede Kharina, Vinicius Abreu, e ele me contou que até 10 anos atrás, o negócio era voltado para o setor de lanchonete. Porém, um estudo de mercado apontou que mudanças deveriam ser realizadas. Então foram feitos investimentos em treinamento de pessoal, reforma das lojas e mudança de produtos, numa linha mais de restaurante. Os resultados foram positivos,

Nestas quatro décadas de existência, a rede Kharina passou por todos os planos econômicos, mas Vinicius Abreu me disse que a pandemia foi um dos períodos mais difíceis. Porém, foi o momento de colocar em prática um novo plano de gestão, com melhora no processo de compras, revisão do processo de entregas, beneficiamento dos produtos e renegociação com fornecedores. Os resultados foram surpreendentes. Mesmo com queda de 30% do faturamento, a rede vai fechar o ano com um aumento de 8% nos lucros .

Para 2021, a previsão é abrir cinco lojas em Curitiba e São Paulo. Segundo me disse o diretor da Kharina, com a pandemia muitos pontos comerciais foram entregues e isso facilita as negociações.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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