Para profissionais de RH, 27% das empresas não estavam preparadas para o trabalho remoto

Para profissionais de RH, 27% das empresas não estavam preparadas para o trabalho remoto

Creditas,principal plataforma 100% digital da América Latina que usa o crédito com garantia para viabilizar conquistas, por meio de sua solução completa de benefícios oferecidos para colaboradores e RHs, Creditas @Work, realizou uma pesquisa, entre julho e agosto, com profissionais de RH de todo o País para entender um panorama completo sobre as mudanças geradas em decorrência da Covid-19, bem como os impactos para as empresas e os colaboradores. 

“Essa pesquisa nos ajudou a conhecer a fundo o cenário da atuação dos profissionais de RH diante tantas mudanças. Entre diferentes dados, vimos que ao longo deste período os RHs estão preocupados com os benefícios oferecidos aos colaboradores e isso é fundamental para os apoiarmos cada vez mais com soluções que ajudem na relação que cada colaborador tem com o dinheiro, mostrando que é possível chegar a um equilíbrio financeiro dentro das suas condições.” reforça Ramires B Paiva, VP de Empréstimo Consignado Privado da Creditas.

Como se sentem os profissionais de recursos humanos

Sobre os sentimento em relação à Covid-19 e ao momento: 36% dos profissionais de 45 a 60 anos se sentem resilientes, 25% dos colaboradores de 20 a 34 se sentem ansiosos e 12% entre 20 e 34 estão estressados.

Sobre os sentimento em relação ao trabalho: 21% dos profissionais entre 35 e 44 anos sente resiliência, 19% dos entrevistados entre 45 e 60 sente confiança, 13% entre 20 e 34 anos sente ansiedade e 17% desta mesma faixa etária sente estresse.

Status do trabalho remoto nas empresas

A pesquisa apontou que no período de resposta à pesquisa, 40% das empresas ainda estavam com todos ou com a maior parte dos colaboradores trabalhando de casa e 25% já estavam no escritório, índice puxado pelo setor industrial. Empresas de serviço tinham 26% de todos os funcionários trabalhando de casa, enquanto que Indústria 3% e comércio 4%.

As empresas e funcionários estavam preparados para o trabalho remoto? 

Os entrevistados disseram que 27% das empresas estavam completamente despreparadas para o trabalho remoto e 26% dos colaboradores também não estavam preparados. As empresas multinacionais eram mais preparadas (31%) que as nacionais (24%). O setor de serviços aparece mais preparado (32%), em oposição ao setor industrial (15%). 

Por que esse despreparo para o trabalho remoto?

O trabalho remoto não era uma realidade para a grande maioria das empresas antes da Covid-19. 49% não oferecia a possibilidade de home office para nenhum funcionário e 35% oferecia para uma minoria.

Entre as empresas mais preparadas, 81% ofereciam trabalho remoto para alguns funcionários. Entre os funcionários mais preparados, os índices são um pouco menores, 64% oferecia office home. Mais da metade das empresas nacionais (52%) não oferecia trabalho remoto.

Práticas adotadas durante a pandemia

Das empresas ouvidas, 95% adotaram alguma medida, como diminuição de jornada de trabalho e antecipação de férias e 80% dos profissionais de RH participaram diretamente de alguma delas. 60% das empresas ofereceu antecipação de férias individuais, 48% teve redução de jornada e trabalho e 42% ofertou equipamentos para o home office, como computadores ou outras ferramentas.

Sobre as ações que as empresas estão promovendo para auxiliar as famílias impactadas pela redução de jornada e salário e/ou demissões, 20% fizeram adequações das políticas de remuneração, 19% oferecem empréstimo consignado, 17% auxiliaram na educação financeira e 14% anteciparam salários. 

Digitalização de processos

67% não vê dificuldades em realizar entrevistas por chamadas de telefone ou videochamada e 63% acha simples fazer comunicados da empresa para os colaboradores.

Já o processo de contratação acontecer sem ter tido um encontro presencial, foi difícil para 43% e a demissão à distância foi mais complexa para 65% dos profissionais. Para sete em cada 10 profissionais, a seleção de candidatos será virtual nos próximos tempos. 

Perspectiva para a área de RH e demais profissionais

  • Fora do ecossistema da empresa: para 78%, a distância do espaço físico do trabalho e consequentemente da convivência com os colaboradores impacta no reconhecimento das novas necessidades geradas no dia a dia. 
  • Timesheet: um ponto muito discutido em tempos de trabalho remoto é justamente a produtividade, que acaba associada ao tempo de trabalho. E sobre o controle do ponto dos colaboradores, 58% acredita que isso segue sendo um desafio para o presente e futuro próximo.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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