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Empresas se adaptam para atrair e reter talentos das novas gerações

O mercado de trabalho vivencia uma verdadeira invasão dos membros da chamada geração Z, ou seja, pessoas nascidas após 1995. Um levantamento do Departamento de Censo dos EUA estima que as pessoas dessa faixa etária já representam 20% da força de trabalho do país. Diante dessa realidade, os especialistas na área recomendam que as empresas estejam atentas e dispostas a atualizar suas estratégias de atração e retenção de talentos.

Fabiana Lana, professora da pós-graduação em Liderança e Gestão de Pessoas no Centro Universitário Newton Paiva explica que o objetivo das estratégias de atração é conseguir profissionais qualificados, que possuam valores compatíveis e com potencial de crescimento. “Na maioria das vezes, a conquista desses talentos depende de um fortalecimento na cultura. Isso porque a sociedade observa as ações e comportamentos da empresa, de tal forma que desperta nas pessoas um desejo de pertencimento”, explica.

A especialista destaca que não somente é possível atualizar as políticas de recursos humanos, como é recomendável que as empresas tenham essa preocupação. Segundo ela, é preciso entender os valores e desejos das gerações, considerando que cada uma tem interesses e propósitos diferentes e demandam modelos de gestão distintos.

“É preciso considerar que a geração que está chegando agora possui uma relação diferente com o trabalho. São automotivados, autodidatas, impulsivos, imediatistas e capazes de realizar várias ações ao mesmo tempo. A empresa deve buscar investir no potencial dessas pessoas e no desenvolvimento de suas competências por meio de tarefas desafiadoras, treinamentos, mentorias e aprendizagem contínua associada a oportunidades de crescimento”, esclarece a professora da Newton Paiva .

Quando se trata de manter os bons profissionais, Fabiana afirma que o primeiro passo é fortalecer a comunicação e seus canais. “As lideranças devem investir na prática do diálogo e escuta ativa. Além disso, é importante adaptar a comunicação ao público com o qual se estabelece a interlocução. Os nativos digitais, por exemplo, utilizam muitas metáforas e símbolos provenientes da tecnologia”, comenta.

A nova geração também busca ambientes inovadores, abertos a mudanças e que sejam inclusivos, respeitando e acolhendo as diferenças. Além disso, a especialista também chama atenção para a humanização. Segundo ela, as empresas precisam se conscientizar de que as emoções afetam o desempenho, e que as pessoas consideram isso em suas escolhas profissionais.
Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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