6 situações que hoje são consideradas ‘cringe’ no ambiente de trabalho

6 situações que hoje são consideradas ‘cringe’ no ambiente de trabalho
Em um mercado de trabalho cada vez mais diverso, é comum encontrar pessoas de várias gerações atuando numa mesma equipe, dividindo responsabilidades e opiniões. Nesse cenário, é possível que surjam diferentes pontos de vista quanto aos hábitos e costumes praticados pelos colaboradores no dia a dia das organizações.

Levantamento realizado pelo PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, identificou seis situações no ambiente de trabalho que são consideradas ‘cringe’, ultrapassadas ou até mesmo constrangedoras pelos profissionais mais jovens.

“Diferenças de hábitos e costumes são naturais no ambiente de trabalho, desde que não interfiram no relacionamento interpessoal ou se tornem conceitos imutáveis, impedindo o processo de inovação das empresas. Sempre há espaço para todos contribuírem”, analisa Júlia Pedroso, gerente de recrutamento e seleção do PageGroup.

Confira as situações mais destacadas pelos candidatos:

1- Excesso de reuniões: também entraram na lista reuniões longas (mais de uma hora de duração) e improdutivas (sem definição de próximos passos e metas), ou desnecessárias do ponto de vista dos profissionais – o assunto poderia ter sido resolvido por meio de uma ligação ou de um e-mail.

2- Microgerenciamento: casos em que a gestão ou o gestor pratica um excessivo e minucioso controle sobre as tarefas de sua equipe, tornando a tomada de decisão lenta e centralizada.

3- Falta de comunicação/ feedback: ausência de diálogo e falta de transparência estão entre as situações destacadas. Um feedback negativo mal relatado – na frente de outras pessoas, por exemplo – também foi apontado como ‘cringe’.

4- Pouca flexibilidade de horário: jornadas de trabalho fixadas dentro de um determinado período, com horário de entrada, intervalo de almoço e de saída definidos, sem exceções para horas extras ou ajustes conforme eventuais imprevistos dos colaboradores. Obrigação de “bater ponto”.

5- Discriminação/ preconceito com a diversidade no ambiente de trabalho: situações de preconceito com mulheres; negros; LGBTQIA+; pessoas com deficiência; discriminação por diferença de idade ou por ser imigrante.

6- Experientes x Novos: colaboradores mais antigos tratarem mal ou não considerarem as opiniões de colaboradores mais novos por se considerarem melhores, já que estão há mais tempo na empresa, por exemplo.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *