Mercado Livre gera 6 empregos por hora e amplia impacto socioeconômico do e-commerce

Mercado Livre gera 6 empregos por hora e amplia impacto socioeconômico do e-commerce
O Mercado Livre gerou 6 novos empregos por hora durante o ano de 2020, se consolidando como o principal meio de geração de renda para cerca de 900 mil famílias da América Latina. Mesmo em meio à pandemia, 84% das 500 mil PMEs que integram a plataforma na região conseguiram expandir suas vendas para outras regiões e atrair novos clientes. Estes dados foram identificados em estudo realizado pelo Mercado Livre em conjunto com a Euromonitor International, a fim de identificar a contribuição do seu ecossistema na geração de empregos, no crescimento econômico, na inclusão financeira e na transformação digital da América Latina. No Brasil, os impactos foram expressivos em toda a cadeia, contribuindo para a reconstrução da economia.

Ainda de acordo com o estudo, 40% das PMEs receberam sua primeira oferta de crédito por meio do Mercado Pago e 6 em cada 10 empréstimos concedidos no período foram destinados para capital de giro (inventário, equipamentos, logística e emprego). Até dezembro de 2020, foram concedidos 1,7 milhão de créditos a 550 mil vendedores por um valor médio de US﹩ 325. Cobranças via cartão aumentaram a renda de 62% dos empreendedores, dos quais mais de 40% não possuem ou não utilizam conta bancária. Além disso, a maioria realizou sua primeira cobrança via cartão através das soluções do Mercado Pago.

“Os resultados da pesquisa comprovam o tamanho e força do impacto positivo do nosso ecossistema na economia da América Latina, especialmente em um período tão desafiador quanto o que vivemos na pandemia”, destaca Stelleo Tolda, presidente de Commerce do Mercado Livre para a América Latina. “No Brasil, praticamente dobramos o número de vendas em nossa plataforma no ano passado, em comparação a 2019, e com isso milhares de novos empregos foram criados. Nossa contribuição fiscal saltou 142% no período, mais do que o dobro dos impostos pagos em 2019, tendo o Mercado Livre contribuído com 1 em cada mil reais arrecadados em impostos no Brasil”, completa.

A pesquisa apontou ainda que 50% das pequenas empresas brasileiras, que integram a plataforma do Mercado Livre, declararam que não teriam sobrevivido ao ano de 2020 sem os serviços e oportunidades geradas pela plataforma. Como consequência, os produtos comercializados pelo Mercado Livre representaram 4,9% de todo o varejo nacional no período. “Além do e-commerce, observamos ainda a importância da inclusão financeira, sobretudo, em um período onde muitas portas se fecharam. 7 em cada 10 pequenas empresas registraram aumento de vendas em função dos recursos oferecidos pelo Mercado Pago”, pontua Stelleo.

Na análise geral do impacto socioeconômico, o estudo revelou que o Mercado Livre gera empregos e impacto positivo em 17 setores da economia, sobretudo na logística, sendo que mais de 2 mil PMEs da região prestam serviços ao ecossistema de comércio eletrônico e serviços financeiros. O estudo também demonstrou que o crescimento do Mercado Livre é uma consequência direta do sucesso de milhares de pequenas empresas familiares e empreendedores da América Latina que, por meio de sua transformação digital, estão gerando empregos e um valor econômico e social apesar do contexto da pandemia.

Julia Rueff, diretora sênior de Marketplace do Mercado Livre no Brasil, comenta que as ferramentas oferecidas pela plataforma auxiliam na profissionalização e no desenvolvimento de pequenos negócios, permitindo a eles operar e competir no mesmo ambiente com marcas já estabelecidas. “Em 2020, por exemplo, 93 mil novas pequenas empresas aderiram ao Mercado Livre no Brasil, somando mais de 270 mil. Desse total, 70% delas são familiares e quase 20% lideradas por mulheres”, ressalta a executiva. “Em meio à crise gerada pela pandemia, o marketplace foi um importante caminho para empreender e continuar gerando renda para as famílias brasileiras. De 2020 para cá, mais de 126 mil novos vendedores se formalizaram e foram inseridos por completo nesse mercado”, completa.

Destaques do Brasil em 2020

Estudo realizado entre março e setembro de 2021, utilizando dados de 2020 e 2019, com foco na operação do Mercado Livre no Brasil, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México.

• Penetração no varejo

• Em 2020, o Mercado Livre aumentou sua penetração no varejo da América Latina, quando mais de 174 mil novas empresas passaram a integrar seu marketplace;

• No Brasil, os produtos comercializados pelo Mercado Livre representaram o equivalente a 4,9% de todo o varejo nacional.

• Produtos vendidos

• Em 2020, o volume de itens comercializados quase dobrou em relação ao ano anterior, com a venda de 1,9 milhão de produtos por dia na América Latina;

• No Brasil, o número de produtos vendidos diariamente foi de mais de 883 mil, crescimento de 54,8% em relação a 2019.

• Contribuição fiscal

• O Mercado Livre contribuiu com 1 em cada mil reais de impostos arrecadados no Brasil em 2020: aumento de 142% na contribuição anual, o que representa mais do que o dobro dos impostos pagos em 2019.

• Geração de empregos

• Na América Latina, foram contratados mais de 6 mil colaboradores em 2020, sendo a metade exclusivamente para a área logística;

• No Brasil, as contratações superaram a marca dos 2,3 mil colaboradores no ano passado, sendo 1.300 vagas apenas para o setor de logística – Mercado Livre encerrou 2020 com 4.986 colaboradores diretos no Brasil.

• PMEs

• O Mercado Livre reúne mais de 500 mil pequenas e médias empresas na América Latina, representando 4,3% do mercado regional;

• 4 em cada 10 PMEs da região vendem exclusivamente no Mercado Livre;

• As empresas que vendem pelo Mercado Livre na América Latina têm, em média, 10 anos e vendem na plataforma há pelo menos 4;

• 174 mil novas PMEs aderiram ao Mercado Livre em 2020, um crescimento de 180% em relação ao ano anterior – somente o Brasil adicionou 93 mil novas pequenas empresas ao ecossistema;

• No Brasil, a plataforma reúne mais de 270 mil pequenas empresas, que representam 6% do total do país;

• 65,5% dessas pequenas empresas são familiares e 19,7% são lideradas por mulheres;

• 90% das pequenas empresas mantiveram ou aumentaram o número de funcionários apesar da pandemia;

• 9 em cada 10 pequenas empresas expandiram seu alcance para fora da cidade com a ajuda do Mercado Livre;

• 9 em cada 10 pequenas empresas atraíram novos clientes devido à sua presença na plataforma.

• Serviços financeiros

• No Brasil, após a incorporação do Mercado Pago pelo vendedores, o uso médio de dinheiro em espécie por eles caiu 12% em 2020;

• À medida que crescem, as pequena empresas brasileiras estão em melhor posição para obter financiamento:

• 24% delas tiveram seu primeiro crédito concedido pelo Mercado Pago no país;

• 19% das pequenas empresas que integram o ecossistema do Mercado Livre receberam crédito via Mercado Pago no ano passado;

• Durante a pandemia, 20% delas mantiveram seus negócios abertos com o auxílio de crédito concedido pelo Mercado Pago;

• 7 em cada 10 pequenas empresas que utilizam os serviços financeiros do Mercado Pago aumentaram suas vendas graças à fintech;

• 2 em cada 10 usuários puderam adquirir serviços online, como streamings, via Mercado Pago.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *