O Santander inaugurou mais três polos de atendimento a pequenas e médias empresas (PMEs), no Paraná. Com as novas estruturas nos municípios de Cianorte, Pato Branco e Telêmaco Borba, o estado agora reúne 28 polos de atendimento com especialistas em soluções financeiras para empresas com faturamento mensal entre R$ 3 milhões e R$ 30 milhões. Os novos núcleos seguem o movimento de interiorização iniciado pelo Banco em 2019 para levar maior capilaridade de atendimento para áreas mais distantes das capitais.
Com os novos polos no Paraná, o Santander completa sua cobertura no estado, com capacidade para atender PMEs de todos os 399 municípios do estado. O modelo pioneiro prevê até oito gerentes em cada unidade, que realizam visitas periódicas às empresas clientes. A previsão em Cianorte é atingir um potencial de cerca de 500 novos CNPJs, em Pato Branco 870 e em Telêmaco Borba mais 440.
Além das novas unidades em Cianorte, Pato Branco e Telêmaco Borba, os polos dedicados às PMEs também estão nos municípios de Apucarana, Arapongas, Araucária, Campo Largo, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Colombo, Cornélio Procópio, Francisco Beltrão, Guarapuava, Maringá, Paranaguá, Paranavaí, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Toledo e Umuarama. Em Curitiba são cinco polos e em Londrina mais dois para atender a forte demanda das cidades.
Marilize Ferrazza.
“Esse movimento é fundamental para criar uma relação próxima e duradoura com os clientes, à medida em que os gerentes conhecem a fundo as demandas mais particulares de cada empresa. As estruturas que estão instaladas dentro das agências reúnem times compostos por gerente geral, gerente de relacionamento e gerente de negócios e serviços”, explica Marilize Ferrazza, diretora da Rede Paraná do Santander Brasil.
As empresas atendidas pelos polos do Santander, em regra, têm uma estrutura administrativa, possuem departamentos financeiro, de compras e RH. Com base nessas informações é possível entender o negócio e construir propostas mais adequadas e soluções customizadas para cada perfil de cliente. Outro diferencial deste modelo de atendimento é que cada gerente tem uma quantidade menor de clientes. Indicadores do Santander mostram que a presença física contribui para que o empresário viabilize mais negócios com o Banco. A demanda por crédito é uma das mais recorrentes.
A construção de estrutura dos polos voltados para o atendimento às pequenas e médias empresas (PMEs) no Santander começou em 2016, com uma agência em Guarulhos, na Grande São Paulo. No início de 2020, já eram 190 pontos. Hoje, com o foco do banco voltado à interiorização, já são 218 polos nas cinco regiões do Brasil.
Segundo Franco Fasoli, diretor do segmento Empresas do Santander, nos polos, em média, 80% dos atendimentos ocorrem presencialmente, com os clientes nas agências, ou com os profissionais do banco visitando as empresas.
“O contato pessoal agrega muito valor à empresa. Ideias customizadas, em vez de soluções padrões, ajudam as empresas a terem um crédito aprovado mais rapidamente e a viabilizar uma demanda específica de investimento, de capital de giro ou de negócios internacionais. Como é um trabalho de consultoria, o gerente desenha junto com o cliente a operação mais adequada e a entrega é muito mais ágil”, finaliza o diretor do Santander.
Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.