Na hora de pagar suas contas, brasileiro prefere usar bitcoin entre as criptomoedas

Na hora de pagar suas contas, brasileiro prefere usar bitcoin entre as criptomoedas

Os altos valores que cercam o Bitcoin colocam esse criptoativo como importante fonte de investimento por conta da possibilidade de bom retorno – apesar da alta volatilidade. Entretanto, para a maioria dos usuários brasileiros, essa moeda também é útil como método de pagamento.

A conclusão é da CoinPayments, a primeira e maior processadora de pagamentos em criptomoedas do mundo. Praticamente três quartos (77%) das transações de pagamentos que ocorrem com criptomoedas no país envolvem o bitcoin. A Ethereum, segunda colocada, está bem atrás, com pouco mais de um quarto do total.

O maior interesse do Brasil por essa criptomoeda explica-se por dois motivos principais. O primeiro deles, evidentemente, é a tradição – o bitcoin foi a primeira moeda digital e, por conta disso, é entendido como sinônimo do setor. Além disso, a grande valorização nos últimos anos atrai usuários e empresas para esse ecossistema.

Tanto que outras pesquisas apontam a popularidade do bitcoin entre os brasileiros. Levantamento da exchange Crypto.com indica que 59% dos usuários do país pretendem adquirir esse ativo em 2022. Além disso, estudo da Sherlock Communications afirma que quase metade (48%) gostaria que fosse a moeda oficial do país.

“Observamos um movimento grande de aceitação do bitcoin no mercado brasileiro. Mais do que um ativo para investimento pela possibilidade de retorno financeiro, ele se destaca como forma de pagamento. Principalmente no atual momento de transformação digital e incerteza econômica do real”, afirma Rubens Neistein, Business Manager da CoinPayments.

É um reflexo do que já ocorre lá fora. Pesquisa da Visa mostra que um a cada quatro pequeno ou médio negócio quer aceitar pagamentos em criptomoedas. Já a publicação Pymnts divulgou relatório que mostra que 60% dos norte-americanos proprietários de criptoativos estavam bastante interessados em usá-los em suas compras.

De olho nessa demanda, a CoinPayments possui um sistema completo que permite à empresa receber transações pelo bitcoin e mais de duas mil criptomoedas. Basta a organização ter uma carteira digital (wallet) para receber os valores. Toda a integração com a plataforma financeira ocorre por meio de APIs.

“Dessa forma, o empresário ganha maior segurança nas transações, conversão instantânea e economia nas taxas das transações. O usuário, por sua vez, recebe em troca a agilidade e eficiência característica da criptomoeda mais conhecida do mundo”, conclui Neistein.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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