5 motivos para investir no mercado de consórcios

5 motivos para investir no mercado de consórcios

O mercado de consórcios mais uma vez bateu recorde de cotas vendidas no primeiro semestre do ano, com 1,85 milhão em vendas, foi o melhor resultado para o período nos últimos 10 anos de acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

Outro indicador positivo superado pelo setor foi o número de participantes ativos, o maior já registrado pelo sistema de consórcios, chegando a 9,12 milhões, um movimento de crescimento contínuo, também segundo a ABAC. Analisado por Rodrigo Martins, CEO da Âncora Consórcios: “Um dos fatores que levou a expansão desse segmento foi a instabilidade econômica e as variações das taxas de juros, tornando o modelo de investimento, mais viável que o financiamento tradicional, por exemplo”.

“Sistema de Consórcios respondeu por 3,9% do PIB do Brasil em 2020. As taxas infinitamente menores que a do financiamento tradicional, além da segurança no investimento renderam ao consórcio o título de investimento inovador, apesar de seus 60 anos de existência, o popularizando entre grandes investidores e entre consumidores que desejam um bem ou serviço específico”., completou Sara Pedrosa, Diretora de Operações da Âncora Consórcios sobre a segurança de investir no segmento.

Pensando nisso, a especialista listou cinco benefícios desse mercado e que irão te ajudar a investir no segmento em 2023

1. Aumento na taxa Selic

De acordo com a profissional, a estimativa é de que a taxa Selic continue na esteira de aumentos nas estimativas para a inflação. A projeção é que os consórcios continuem em alta, sendo mais atrativos como produto comparado aos financiamentos bancários, uma vez que não possuem juros.

2. Sem entrada

A parcela inicial já é poupada para a aquisição do bem ou serviço escolhido, e por não ter juros, como citado anteriormente, apenas uma taxa administrativa, o valor final do bem adquirido pelo consórcio, acaba ficando bem inferior aos outros tipos de créditos e financiamentos.

3. Sem riscos e sem sustos

Uma vez que as cláusulas contratuais sejam cumpridas, como o pagamento das mensalidades dentro do prazo estipulado, todos os participantes daquele grupo serão contemplados entre o primeiro e o último mês do período contratado.

4. Menos burocracia

Esse é um dos grandes fatores que influencia na decisão do novo perfil de consumidores brasileiros, já que atualmente as escolhas feitas são baseadas na facilidade dos processos no dia a dia, ou seja, opções mais práticas e rápidas de resolver, mas que mantenham bons resultados são as preferidas, como o caso dos consórcios, que tem como característica principal a flexibilidade.

5. Oportunidade de formar patrimônio

Com a instabilidade do mercado financeiro, muitos vêm optando por poupar, contudo, tendo em vista a pouca flexibilidade das formas tradicionais desse tipo de investimento, como a poupança, o consórcio se tornou uma opção, dando a muitos jovens a oportunidade de formar um patrimônio desde cedo, com o uso de crédito flexível.

“Diante disso, é possível observar que o consórcio tem um amplo espaço no mercado também em 2023. A nossa expectativa é de que ele consuma essas áreas e tenha um desempenho ainda melhor do que o ano passado, mantendo o crescimento contínuo no setor, já há uma década”, finaliza a diretora Sara Pedrosa.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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