Você sabe quais os modelos de trabalho estarão em alta em 2023?

Você sabe quais os modelos de trabalho estarão em alta em 2023?

O tempo está passando rápido, o mundo está evoluindo e as relações de trabalho também. O modelo 100% remoto e híbrido se tornaram realidade definitiva em diversas companhias nos últimos três anos, e mais recentemente vimos temas até então pouco discutidos, como quiet quitting, quiet firing e segurança psicológica, surgindo com força.

Diante disso, novos modelos de trabalho se revelam e são uma promessa para 2023. Isis Borge (foto), diretora da Talenses, empresa de recrutamento do Talenses Group, elencou as principais tendências deste ano.

  1. Jornada de quatro dias

Muito tem se falado sobre a jornada de trabalho de quatro dias por semana, que já vem sendo testada na Europa. Conversando com profissionais de lá, minha percepção é de que essa experiência está sendo positiva. Pessoas em cargo de liderança dizem perceber o aumento de produtividade e engajamento em seus times.

  1. Expediente compartilhado

Tenho visto algumas companhias testando jornadas de meio período, muitas vezes, com a dinâmica de dois colaboradores se alternando no cargo, ao longo dos dias, para cumprir o expediente regular. Esse tipo de escala sempre foi muito comum entre estagiários e agora essa flexibilidade vem sendo testada em posições mais sêniores. Esse modelo é muito útil, por exemplo, para mães que querem ou precisam estar mais próximas dos filhos sem deixar a carreira de lado.

  1. Trabalho temporário em posições sêniores

Com o mercado de trabalho cada vez mais se abrindo a novidades, as contratações temporárias em formato de projetos, em cargos de média e alta gestão, têm atraído muito a atenção dos profissionais. São trabalhos com clara definição de início, término e objetivo. Com organização, o profissional pode aproveitar o período para ganhar experiência, fortalecer o networking, ampliar suas reservas financeiras e usufruir de uns dias ou meses para projetos ou compromissos pessoais. É uma flexibilização nas relações de trabalho que pode ser benéfica para todos os lados: a empresa mantém no quadro os colaboradores fixos que realmente precisa, enquanto o colaborador especializado em algo entra para contribuir com sua expertise e é bem remunerado por isso.

  1. Quebra de barreiras geográficas

Atualmente as barreiras geográficas deixaram de existir. Isso quer dizer que o profissional não precisa se limitar a buscar uma ocupação profissional somente na cidade ou estado em que reside. Com a consolidação do trabalho à distância, é possível atuar em empresas de qualquer lugar do mundo, sem precisar se mudar.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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