Como não se endividar com o rotativo do cartão de crédito

Como não se endividar com o rotativo do cartão de crédito

O crédito rotativo do cartão, que é aquele cobrado quando o cliente não consegue pagar a fatura do cartão de crédito, possui a taxa de juros mais cara do mercado, em torno de 14,5% ao mês.  Segundo dados do Banco Central, referentes a janeiro de 2023, as instituições financeiras vêm cobrando em média 411,5% de juros ao ano nessa modalidade de “crédito rotativo”.  Então, qualquer dívida com esse tipo de crédito, por menor que seja, pode virar uma bola de neve, se tornando um dos principais motivos para o endividamento dos brasileiros. Dessa forma, a Provu, fintech de meios de pagamentos e crédito pessoal traz quatro dicas para ajudar os consumidores a não entrarem no rotativo do cartão.

1. Planeje os seus  gastos 

O planejamento financeiro deveria fazer parte da rotina de todos os brasileiros. Se você quer passar longe de dívidas ou de fazer compras além das suas necessidades no momento é preciso aprender a organizar suas finanças. Com isso, é possível descobrir com o que podemos gastar ou o que precisamos reorganizar. A função de pagamento em crédito deve ser usada com consciência e planejamento. Caso queira comprar algo que você já tenha disponível o valor da compra, faça o pagamento no débito, evitando juros e uma fatura alta nos próximos meses.

2. Use o cartão como bom aliado

O cartão de crédito pode ser um bom aliado na gestão das finanças. É importante entender que o cartão não é uma extensão do salário mensal, e sim uma opção para que consiga realizar compras de valores maiores com pagamento parcelado, ou para quebrar o galho no final do mês com pequenas compras. Se você costuma comprar por impulso, avalie se é uma boa ideia ter um cartão de crédito.

3. Pense muito bem antes de parcelar

O parcelamento é uma ótima alternativa para conseguir realizar compras de ticket médio alto. Porém, antes de parcelar, é preciso refletir e colocar na ponta do lápis para ver se vai conseguir realizar o pagamento das parcelas nos meses seguintes.

Dependendo do valor e da necessidade, uma boa opção é guardar o dinheiro por alguns meses e comprar à vista, evitando juros do parcelamento.

4. Considere pedir um empréstimo pessoal

Se você se enrolou com o rotativo do cartão, uma ótima sugestão é pedir um empréstimo pessoal. Enquanto os juros do cartão ficam em torno de 12%, podendo chegar até 20%, o empréstimo pessoal, como o da Provu por exemplo, têm taxas a partir de 5,4% ao mês. Dessa forma, é possível trocar uma dívida cara, e muitas vezes abusiva, por uma mais barata, mais justa e personalizada para seu perfil financeiro.

O caminho é sempre a organização e controle financeiro. Seja em uma planilha de gastos, aplicativo ou anotações, é fundamental saber para onde está indo o seu dinheiro. Caso precise de empréstimo, o ideal é pegar o valor para quitar toda a fatura do seu cartão de crédito, porque assim, fica apenas com o parcelamento do empréstimo para pagar, que tem taxas de juros mais justas e personalizadas.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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