218 mil novas empresas foram abertas no Paraná em 2023

218 mil novas empresas foram abertas no Paraná em 2023

Saldo até setembro é de 102 mil novos negócios 

O Paraná fechou os primeiros nove meses do ano com saldo de 102.102 novas empresas, segundo o boletim produzido pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar), vinculada à Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços. O número é a diferença entre 218.742 empresas abertas e 116.640 fechadas no período.

Um dos destaques está no aumento no número de aberturas. As 218.742 empresas representam aumento de 2,64% em relação ao mesmo período do ano passado (213.122). Os meses com mais aberturas no ano foram março (27.823), agosto (26.219), janeiro (25.409) e maio (24.854). A maior diferença foi justamente em março, com 3,4 mil empresas a mais em relação a março de 2022.

Entre os tipos de empresas mais registradas estiveram os microempreendedores individuais, com 163.461 (74,7%), Sociedades Limitadas, com 49.914 registros (22,8%), e empresários, com 4.572 registros (2,09%).

“O aumento de aberturas neste ano em relação a 2022 mostra que, mesmo com a dificuldades econômicas a nível nacional e mundial, o Paraná permanece com economia pujante, com PIB crescendo, mercado de trabalho em alta e novas empresas surgindo”, disse o presidente da Jucepar, Marcos Rigoni.

Outro relatório da Junta Comercial também indica que a rapidez para concessão de um registro de CNPJ no Paraná continua sendo uma marca do trabalho do Estado. O Paraná fechou setembro como o 5º mais ágil do Brasil. O Estado emitiu um CNPJ com tempo médio de 13 horas e 54 minutos, atrás apenas de Sergipe, Bahia, Piauí e Tocantins. A média nacional foi de 1 dia e 6 horas em setembro. O Rio Grande do Sul fechou o mês com resultado de 23 horas e Santa Catarina com 1 dia e 4 horas.

No entanto, o Paraná é o que mais registrou processos oficializados entre os líderes, com 5.111 registros, número menor apenas que São Paulo, com 23.309 registros e tempo de 1 dia e 17 horas, e Minas Gerais (6.368 com tempo médio de 1 dia e 19 horas).

Desde o início do ano o Paraná mantém média abaixo de 1 dia. O tempo variou entre 17 horas e 41 minutos em fevereiro e 11 horas e 16 minutos em abril. Para acelerar ainda mais esse processo, o Governo lançou no mês passado o Decreto de Baixo Risco, dispensando mais de 770 atividades econômicas da emissão de licenças na abertura de empresas.

O tempo total de abertura de empresas e demais pessoas jurídicas leva em consideração o tempo na etapa de viabilidade, na validação cadastral que os órgãos efetuam e na efetivação do registro com a obtenção do CNPJ.

Estado é o quarto do País em empresas ativas

Com o resultado até setembro, o Paraná chegou a 1.708.685 de empresas ativas, ocupando a quarta posição nacional neste indicador, atrás de São Paulo (7,3 milhões), Minas Gerais (2,5 milhões) e Rio de Janeiro (2,1 milhões). No Sul, o Rio Grande do Sul  possui 1.567.809 registros em atividade e Santa Catarina, 1.242.957.

“O número de empresas ativas é resultado do bom momento econômico no Paraná, mas queremos melhorar ainda mais. Já temos um dos melhores ambientes de negócios do País e estamos trabalhando com tecnologia e parceria com os municípios para avançar”, afirmou o secretário da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros.

Crédito da foto: Roberto Dziura/AEN

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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