Nanica Brasil transforma banana em negócio milionário

Nanica Brasil transforma banana em negócio milionário

Rede de franquias especializada em banoffee virou referência nacional

O que você faria com uma dúzia de bananas? Para muita gente, a resposta poderia ser um simples bolo, uma vitamina ou até deixar amadurecer na fruteira. Mas para Leonardo Macedo e Tito Barcellos, a fruta virou ingrediente de um sonho grande: transformar uma sobremesa clássica em uma das franquias mais doces e rentáveis do Brasil.

A trajetória do Nanica Brasil começou em Curitiba (PR), com investimento inicial de apenas R$ 15 mil. O divisor de águas veio em 2019, com a mudança para São Paulo e a chegada do ator Tiago Abravanel como sócio e embaixador da marca. “A entrada do Tiago trouxe visibilidade e acelerou nossa expansão”, lembra Tito Barcellos, responsável pelas receitas.

Tiago Abravanel.

Em São Paulo, o Nanica Brasil iniciou em uma pequena loja de 40m² na Rua Augusta, em São Paulo, com a receita tradicional da banoffee: massa de bolacha ao leite, doce de leite, chantilly e, claro, banana. De lá para cá, o negócio ganhou proporções gigantes: em 2024, a rede faturou R$ 55 milhões e, só nos primeiros seis meses de 2025, vendeu mais de 600 mil fatias de tortas, obtendo um lucro de R$18 milhões.

Agora, a marca aposta em um modelo de franquia compacto, entre 40m² e 50m², com investimento inicial a partir de R$ 280 mil e payback entre 18 e 30 meses. “Queremos democratizar o acesso ao nosso negócio. As unidades menores reduzem custos, mantêm a rentabilidade e ampliam a possibilidade de franqueados em todo o Brasil”, explica Thais Costa, CEO da marca.

Cidades como Goiânia (GO) e Niterói (RJ), já estão no radar para receber novas lojas, mas o plano de expansão é nacional. “Mapeamos diversas regiões com grande potencial e buscamos empreendedores apaixonados pela proposta do Nanica. A ideia é levar nossas tortas para todos os cantos do Brasil”, completa Thais.

Além da tradicional Banoffee, o cardápio cresceu com opções como Monoffee (com morango), Uvoffee (com uva) e parcerias com marcas como Oreo, Paçoquita e Los Los. O Nanica também aposta em lançamentos sazonais: no último Natal, o Panetoffee, gerou R$ 400 mil em faturamento com 5 mil unidades vendidas, e em 2025 a marca lançou seu primeiro ovo de Páscoa de colher. Com mais de 60 lojas espalhadas pelo país e o apoio da holding SMZTO desde 2021, o Nanica pretende fechar 2025 com 80 unidades e seguir crescendo sem perder a essência que transformou a banana em sinônimo de inovação e oportunidade no franchising brasileiro.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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