Vale a pena usar o 13º para investir no próprio negócio?
Benefício de fim de ano pode ser o primeiro passo para a independência financeira
Com a chegada do fim do ano, milhões de trabalhadores brasileiros começam a planejar o uso do décimo terceiro salário, seja para quitar dívidas, consumir ou guardar parte do valor. Mas, para quem sonha em empreender, essa pode ser também uma oportunidade estratégica de transformar o benefício em investimento.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de franquias registrou um crescimento de 12,1% em faturamento em 2024, e segue como uma das formas mais seguras de abrir um negócio no país, com taxa de mortalidade inferior a 6%. Nesse contexto, usar o 13º para dar o primeiro passo no mundo do empreendedorismo pode ser uma alternativa de alto potencial, especialmente em modelos de baixo investimento, como as microfranquias home office.
Para Jéssica Ramalho, fundadora da Dona Help, rede de franquias especializada em serviços de limpeza, o momento é propício para quem quer começar a empreender de forma estruturada.
“O décimo terceiro é uma oportunidade real para sair da teoria e colocar o sonho de empreender em prática. Em vez de usar o valor apenas para consumo imediato, ele pode ser o capital inicial de um negócio com retorno previsível e suporte de uma franqueadora experiente”, explica Jéssica.
Segundo ela, o comportamento do empreendedor moderno tem mudado. Cada vez mais, as pessoas buscam modelos de negócio acessíveis e sustentáveis, que permitam conciliar flexibilidade e geração de renda. “Muitos franqueados começam com o valor do 13º e percebem que é possível construir um patrimônio estável com um investimento muito menor do que imaginavam”, completa.
A Dona Help, que pertence ao Grupo Acuidar, é um exemplo desse modelo acessível. Com investimento a partir de R$ 19.900, a marca oferece suporte completo, capacitação e operação home office, estrutura que reduz custos fixos e facilita o início para quem está ingressando no mercado.
Para Jéssica, mais importante do que o valor investido é a forma como ele é administrado.
“Empreender exige planejamento e consciência financeira. Quem entende o 13º como um investimento, e não como um gasto, dá um passo importante rumo à independência e à liberdade profissional”, finaliza.


