Saúde corporativa deixa de ser apenas benefício e passa a ser ferramenta estratégica para o RH

Saúde corporativa deixa de ser apenas benefício e passa a ser ferramenta estratégica para o RH

YIA combina tecnologia, dados e cuidado para ajudar empresas a reduzir custos, antecipar riscos e melhorar a experiência dos colaboradores com os planos de saúde

Para os departamentos de Recursos Humanos, administrar o plano de saúde deixou de significar apenas escolher uma operadora e acompanhar contratos. Entre reajustes, utilização do benefício, movimentações cadastrais, atendimento aos colaboradores, indicadores de saúde e controle de custos, a gestão do benefício pode consumir tempo da equipe e, ao mesmo tempo, representar uma das despesas mais relevantes da empresa. É diante desse desafio que a YIA, consultoria de seguros e benefícios com mais de 18 anos de atuação, apresenta seu posicionamento como CareTech, unindo tecnologia, dados e atendimento especializado para transformar a gestão da saúde corporativa.

A proposta da empresa é atuar como uma extensão estratégica do RH, assumindo parte das atividades operacionais e oferecendo informações para que os gestores possam tomar decisões mais assertivas sobre o benefício. Em vez de atuar apenas na contratação ou intermediação com operadoras, a YIA acompanha diferentes etapas da jornada de saúde, com soluções que incluem gestão operacional, gestão de saúde, inteligência de risco, telemedicina, concierge, perfil de saúde, prevenção e acompanhamento de indicadores.

Para o RH, a mudança significa ter uma estrutura capaz de transformar um benefício tradicionalmente complexo em uma frente de gestão mais organizada e orientada por dados. A partir do acompanhamento da população beneficiária, a YIA busca identificar padrões de utilização, possíveis riscos e oportunidades de redução de desperdícios, permitindo que a área de Recursos Humanos tenha maior visibilidade sobre onde os recursos destinados à saúde estão sendo empregados.

“O RH não deveria precisar escolher entre cuidar das pessoas e controlar os custos do benefício. A nossa proposta é justamente aproximar essas duas necessidades. Com dados, tecnologia e uma equipe especializada acompanhando a jornada de saúde, conseguimos apoiar o RH para que ele tenha mais previsibilidade financeira, mais informação para tomar decisões e, principalmente, ofereça uma experiência melhor aos colaboradores”, afirma Dyla de Toledo, CEO da YIA.

Menos burocracia e mais tempo para o RH

Um dos principais desafios para as empresas está na quantidade de processos que envolvem a administração dos benefícios. Inclusões e exclusões, movimentações cadastrais, faturamento, autorizações, dúvidas dos colaboradores, relacionamento com operadoras e acompanhamento de indicadores podem tirar das equipes de RH tempo que poderia ser dedicado a iniciativas de maior impacto para o negócio.

A empresa busca centralizar parte dessas demandas por meio de sua Gestão Operacional, criando uma estrutura de suporte para o RH e para os beneficiários. O objetivo é reduzir a carga administrativa da área e facilitar o acompanhamento das informações relacionadas ao benefício.

concierge de saúde amplia esse suporte diretamente ao colaborador. A ferramenta funciona como um atendimento personalizado para auxiliar em demandas como agendamento de consultas e exames, autorizações e resolução de pendências junto às operadoras. Com isso, o colaborador encontra um canal de apoio mais próximo, enquanto o RH reduz a necessidade de atuar diretamente em questões operacionais do dia a dia.

Dados para antecipar custos e negociar melhor

Outro ponto estratégico para os gestores de Recursos Humanos é o impacto dos reajustes dos planos de saúde no orçamento empresarial. Em muitos casos, as negociações são conduzidas a partir de informações limitadas, dificultando a avaliação sobre a real necessidade dos índices apresentados pelas operadoras.

Gestão de Risco Preditiva da YIA utiliza relatórios analíticos e modelagem preditiva para analisar o comportamento da população segurada, identificar fatores de custo e projetar possíveis cenários. A intenção é permitir que a empresa chegue às negociações com maior embasamento técnico.

Um caso apresentado pela companhia demonstra esse potencial. Diante de uma proposta de reajuste de 17%, a YIA realizou uma auditoria dos dados da população segurada e identificou um perfil considerado saudável. Com base nessa análise, a empresa conseguiu contestar tecnicamente o índice proposto e, segundo o case, reduzir o reajuste de 17% para 0%, mantendo o valor do ano anterior.

Mais do que buscar uma economia pontual, a proposta é criar uma gestão contínua dos custos, permitindo que o RH acompanhe indicadores e identifique antecipadamente situações que possam pressionar o orçamento.

Cuidar antes que o problema apareça

A atuação da YIA também busca deslocar parte da gestão de saúde de um modelo predominantemente reativo para uma abordagem preventiva. A partir da análise do perfil dos beneficiários, a empresa pode identificar hábitos, fatores de risco e necessidades de saúde para direcionar programas e ações específicas.

telemedicina, o acompanhamento dos beneficiários e os recursos de avaliação de saúde fazem parte dessa estratégia. Entre as soluções está a Cabine de Saúde, estrutura equipada para avaliações como frequência cardíaca e respiratória, saturação de oxigênio, pressão arterial, temperatura, glicemia, bioimpedância, eletrocardiograma, otoscopia, dermatoscopia, avaliação de garganta e olhos, audiometria e acuidade visual.

A empresa também disponibiliza uma carteirinha com tecnologia NFC e um perfil de saúde construído a partir de questionários e informações individuais. A combinação dessas ferramentas permite ampliar o conhecimento sobre a população atendida e criar uma base de informações para iniciativas de prevenção e bem-estar.

Experiência melhor também para o colaborador

Para além da questão financeira, a qualidade da experiência oferecida pelo plano de saúde pode influenciar a percepção dos funcionários sobre a empresa. Dificuldades para encontrar atendimento, autorizações demoradas ou falta de informação podem transformar um benefício valorizado em uma fonte de insatisfação.

Por isso, a YIA estrutura sua proposta em torno de uma jornada mais personalizada, conectando atendimento, tecnologia e acompanhamento. Para o RH, isso representa uma possibilidade de transformar o plano de saúde em uma ferramenta de experiência e valorização dos colaboradores, e não apenas em uma linha de despesa.

A lógica também dialoga com desafios estratégicos da área, como retenção de talentos, satisfação dos funcionários, redução de absenteísmo e construção de uma proposta de valor mais competitiva para os profissionais.

RH com mais informação para decidir

Com presença em 450 cidades e mais de 2,6 milhões de atendimentos realizados ao longo de sua trajetória, a YIA afirma ter desenvolvido sua atuação a partir da conexão com diferentes atores do ecossistema de saúde, incluindo empresas, áreas de RH, operadoras, corretores, executivos e beneficiários.

Agora, a companhia utiliza essa experiência para consolidar o conceito de CareTech e reposicionar a gestão de saúde corporativa. Para a empresa, o objetivo não é substituir o papel estratégico do RH, mas ampliar sua capacidade de atuação.

Ao assumir parte da complexidade operacional e transformar dados de saúde em informações para tomada de decisão, a YIA busca permitir que os gestores de Recursos Humanos tenham mais controle sobre os custos, mais previsibilidade, menos burocracia e uma visão mais completa sobre a saúde de seus colaboradores.

“Quando o RH consegue enxergar o benefício a partir de dados, ele deixa de trabalhar apenas para resolver problemas que já aconteceram e passa a ter condições de antecipar cenários. É essa mudança que queremos promover: transformar a saúde corporativa em uma gestão mais inteligente, preventiva e humana, na qual a empresa consiga cuidar melhor das pessoas sem perder de vista a sustentabilidade do negócio”, completa Dyla.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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