Empresas familiares representam 75% do PIB global

Empresas familiares representam 75% do PIB global

No Brasil, 90% das empresas possuem perfil familiar

Trabalhar em família pode resultar no enriquecimento da interação, no comprometimento mútuo, no aumento do compartilhamento de conhecimentos, e no desenvolvimento tanto pessoal quanto profissional. Um estudo intitulado ‘Edelman Trust Barometer 2027: Special Report – Family Business’ analisou a disposição dos participantes em trabalhar para uma empresa familiar, e constatou que 54% deles expressaram preferência por este tipo de sociedade.

90% das empresas possuem perfil familiar, de acordo com o IBGE, no Brasil. Neste caso, ao abordar o convívio familiar no ambiente de negócios, é essencial manter certos comportamentos para garantir um equilíbrio entre as relações parentais e comerciais.

As empresas familiares em todo o mundo representam 75% do PIB global e empregam 75% da força de trabalho global, elas possuem características únicas, mas, assim como outras empresas, estão frequentemente em busca de transformação e inovação para impulsionar o crescimento.

“A partir do momento em que uma pessoa escolhe um parente para administrar um projeto devido ao grau de confiança, intimidade e à capacidade de ter conversas francas e abertas, é importante levar em consideração que a rotina de trabalho deve permanecer no ambiente profissional, assim como questões pessoais e domésticas devem ser tratadas em casa”, explica Jéssica Giustino, Gerente de RH do Cebrac (Centro Brasileiro de Cursos).

E, em algumas ocasiões, manter um convívio saudável sem permitir que os fatores familiares afetem a dinâmica empresarial pode se tornar um desafio.

Neste cenário, Jéssica Giustino apresenta 3 dicas para equilibrar as duas áreas importantes da vida: família e trabalho:

  1. Estabeleça limites de tempo e espaço: evite que conversas paralelas, como assuntos relacionados à casa e à família, desviem sua atenção do trabalho. Concentre-se em suas tarefas e entregas durante o expediente, reservando um tempo específico para interagir com seus familiares sobre assuntos pessoais, seja durante o café da manhã ou o almoço;

  2. Ajuste o nível de intimidade na comunicação: na empresa, é possível que haja outros colaboradores que não façam parte da sua família. É crucial tratar todos com equidade, sem fazer distinção, e seguir a política da empresa e os princípios éticos profissionais;

  3. Saiba separar as relações: não permita que problemas familiares interfiram nas questões do trabalho, nem vice-versa. É essencial saber lidar com as emoções e agir da melhor forma possível diante dos colaboradores.

A proximidade entre os membros da família pode facilitar as tarefas diárias e a comunicação, por lidarem com pessoas conhecidas há bastante tempo.

Crédito da Imagem – Unsplash

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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