Fragmentação de dados nas empresas pode impactar negativamente nos resultados comerciais

Fragmentação de dados nas empresas pode impactar negativamente nos resultados comerciais

Dados pouco acessados ou não disponibilizados em formato relacional afetam a tomada de decisões nas organizações

Os dados espalhados por diferentes áreas e sistemas de uma empresa podem, sem dúvida, trazer consequências desastrosas para o negócio, principalmente neste momento atual em que é necessário se adaptar rapidamente às mudanças na dinâmica do mercado e nas demandas dos clientes. Este, sem dúvida, é um desafio premente para a maioria das empresas que ainda não integraram seus dados.

A recuperação e transformação digital – e a dependência dos departamentos de TI – criam gargalos e atrasos em todo o pipeline de acesso a dados, cujas consequências negativas, a médio e longo prazos, incluem oportunidades de negócio perdidas. Isso resulta em operações ineficientes, além de limitações e atrasos na tomada de decisões, que impactam em desempenhos comerciais abaixo do esperado.

As empresas hoje têm incontáveis dados, mas eles são pouco acessados, principalmente por não serem disponibilizados de forma fácil e intuitiva. De acordo com relatório da Gartner, publicado em 2022, menos da metade das organizações (44%) acredita ter acesso a dados suficientes para a tomada de decisões.

“Em resumo, a fragmentação de dados em uma organização atrasa ou mesmo impede a definição de estratégias empresariais informadas, pois processos sem dados prontamente acessíveis ou compreensíveis geram defasagens e descompassos entre as áreas”, diz Marco Cavallo, diretor de Vendas para o Setor Público e Canais da Denodo.

Democratização de dados

Para enfrentar esse cenário, as empresas devem ser capazes de democratizar e promover o acesso de autoatendimento aos dados. “Como os dados são um ativo essencial para as organizações atualmente, é indispensável promover o gerenciamento lógico de dados que permite aos usuários corporativos gerar insights instantâneos e usar todo o potencial dos dados para a companhia”, destaca o executivo.

De acordo com Marco, o autoatendimento de dados facilita a realização de consultas e levantamento de relatórios de forma independente, promovendo uma cultura de tomada de decisões orientada por dados. “Os benefícios do autoatendimento são inúmeros, incluindo a aceleração da tomada de decisões, o aumento da produtividade e o aprimoramento das inovações na empresa. Além disto, permite que as equipes utilizem totalmente o espectro de dados da organização e, ao mesmo tempo, libera os recursos de TI para que se concentrem em tarefas mais estratégicas, resultando em economia de custos e melhor qualidade dos dados”, destaca.

A abordagem da Denodo

O gerenciamento de dados é uma mudança de paradigma em relação à abordagem tradicional – que primeiro exige que os dados sejam copiados ou replicados em um repositório central para serem analisados ou aproveitados posteriormente. “A Plataforma Denodo utiliza um método de gerenciamento lógico de dados viabilizado pela virtualização de dados, que estabelece uma camada centralizada de acesso a dados que simplifica e acelera o acesso aos dados armazenados em sistemas e formatos distribuídos”, revela o executivo.

Ao criar uma camada semântica unificada, a Plataforma Denodo garante que os usuários corporativos possam acessar e interpretar os dados sem barreiras técnicas, promovendo um ambiente no qual os dados são um ativo poderoso e prontamente acessível. “Essa abordagem simplifica o acesso a informações, possibilitando que as organizações se adaptem rapidamente às mudanças na dinâmica do mercado e aproveitem as oportunidades de negócio”, destaca Marco.

O executivo recomenda adotar o autoatendimento de dados para:

  • Liberar os ativos de dados da empresa para melhorar a tomada de decisões e promover a inovação;
  • Obter uma visão unificada, padronizada e intuitiva dos dados em toda a empresa, simplificando o acesso aos dados;
  • Capacitar os usuários corporativos a criar uma cultura de produtividade e tomada de decisões estratégicas;
  • Obter benefícios imediatos, incluindo economia de custos e melhoria da qualidade dos dados;
  • Capacitar a empresa, reduzindo a dependência da área de TI e a fragmentação dos dados

O executivo ressalta ainda que a simplificação de dados complexos em um formato fácil de usar por meio de uma camada semântica universal permite que os usuários acessem, consultem e analisem dados sem a necessidade de conhecimento técnico ou intervenção de TI. “Certamente, isto promoverá uma cultura orientada por dados e acelerará as decisões informadas na companhia”, conclui.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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