44% dos universitários já trancaram o curso por não conseguir pagar mensalidades, revela Serasa

44% dos universitários já trancaram o curso por não conseguir pagar mensalidades, revela Serasa

Desemprego é considerado o principal motivo pelo atraso nas prestações das universidades

Realizada em meio ao período de rematrícula nas universidades, pesquisa da Serasa revela que 44% dos estudantes que já tiveram dívidas precisaram trancar o curso justamente por não conseguir pagar as mensalidades em dia. Tão preocupante quanto esse cenário, 24% dos entrevistados admitiram ter dificuldade de se concentrar durante as aulas, devido às contas atrasadas.

O desemprego aparece como principal motivo para interromper os estudos, apontado por 29% dos estudantes. Na sequência, aparece a necessidade de priorizar o pagamento de outras contas (19%), a redução de renda (12%). Chama a atenção que gastos com remédios ou tratamentos médicos representem 11% das causas apontadas para o trancamento da matrícula.

Dívidas ao redor de R$ 7 mil

Produzido em parceria com o Instituto Opinion Box, o estudo ouviu somente alunos endividados com instituições de ensino. Nove em cada 10 alunos entrevistados deles afirmaram arcar com as despesas do curso inteiramente sozinhos, demonstrando uma mudança no comportamento do estudante brasileiro que, por décadas, teve os pais como financiadores dos estudos. Também impressiona que as dívidas, para 63% dos entrevistados, estão na casa dos R$ 7 mil, o equivalente a quase cinco salários-mínimos.

Ainda segundo a pesquisa, 59% dos endividados consideram importante regularizar as dívidas e seguir estudando. “As dívidas costumam atrapalhar o rendimento dos estudantes, gerando falta de foco durante as aulas e em outras dificuldades extraclasse”, comenta Aline Maciel, gerente da Serasa. “Dessa forma, a renegociação dos débitos deve ser o primeiro passo para quem pretende aproveitar o momento de rematrículas e voltar a estudar em 2025 e restabelecer sua tranquilidade financeira”.

As redes de ensino superior

Mais de 1,6 milhão de estudantes podem negociar suas dívidas com universidades em todo o Brasil a partir da plataforma Serasa Limpa Nome. No total, são 6,5 milhões de ofertas disponíveis para negociação com descontos de até 99% e possibilidades de parcelamento. Ao todo, são 68 instituições parceiras, como as faculdades das redes Ânima Educação, Estácio, Anhanguera, Pitágoras, UNIC, Uniderp e Unopar.

Para conferir as ofertas e condições disponíveis na plataforma Serasa Limpa Nome, estudantes e demais consumidores com dívidas no setor educacional podem consultar os canais oficiais da empresa e negociar de forma online:

  • Site: Link
  • App Serasa no Google Play e App Store
  • WhatsApp 11 99575–2096

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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