O valor da telefonia em 2016

Robson Costa.
Robson Costa.

A telefonia liderou mais uma vez a lista de reclamações de todos os Procons do país em 2015. Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon), a telefonia celular, com 13,4% das reclamações; e a telefonia fixa, com 9,5%, foram os assuntos que renderam horas perdidas pelos brasileiros. Isso representa um aumento de 6,3% em relação ao ano anterior, e também, uma preocupação para a área de telefonia, que mais uma vez figura no topo desta lista.

Ainda recentemente, uma empresa anunciou aos seus clientes o encerramento de suas atividades, com prazo para até metade deste segundo semestre para que eles possam continuar usufruindo dos serviços. Isso acaba gerando uma grande dor de cabeça para estes clientes, que se viram obrigados a correr para outras empresas em busca de um bom preço e um bom serviço, em pleno momento de crise econômica.

Infelizmente o cenário de crise traz um pouco do retrocesso em termos de investimento de qualidade para as empresas (clientes). O consumidor vem amadurecendo e entendendo que não basta comprar algo mais barato para ter um bom negócio, mas sim, comprar bem, contemplando todos os cenários. Mas, às vezes, acaba por fechar um contrato a um preço baixo e percebe que o barato pode custar caro no final. E no ramo dos negócios isto é quase como um tiro no próprio pé, correndo riscos de perder um cliente potencial simplesmente por ficar sem internet, telefone e outros serviços – essencial para a comunicação de qualquer empresa.

Por isso, a dica é pesquisar. Além de procurar por possíveis reclamações e suas soluções, que são referências importantes neste segmento, é preciso entender que empresa de telefonia séria não trabalha somente o preço, mas sim o valor. Um consultor fala dos pontos positivos e das desvantagens, pois elas existem em diversos graus para cada um, contemplando todos os cenários possíveis.

Assim, eles garantem estabilidade de serviço, independendo de eventuais ocorrências futuras. Isso pode, para o cliente, ser um grande desafio para o fechamento, mas que garante – a longo prazo – qualidade e credibilidade.
A globalização transformou o método dos negócios. As empresas sérias de telefonia se modernizam e passam a ser flexíveis, eficazes, transparentes e respeitam as necessidades e as diversidades de ideias de cada cliente, enquanto os clientes passam a entender que “preço” e “valor” possuem significados totalmente distintos.

O artigo foi escrito por Robson Costa, que é diretor do Grupo Encanto Telecom

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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