Análise da Nokia demonstra benefícios financeiros para empresas de grande porte que migrarem para nuvem privada

A maior parte das empresas de grande porte poderá economizar, no mínimo, 25% em seus custos de TI, ao longo de 5 anos, ao migrarem para uma nuvem privada, a partir de um ambiente de TI já existente, de acordo com a análise financeira conduzida pela Nokia. A análise, conhecida como ‘Modelo Nokia TCO de Nuvem Privada para Empresas’ – a primeira do tipo na indústria – demonstra, ainda, que as empresas podem esperar a compensação do investimento em sua nuvem privada em menos de três anos.

Defensores da migração de empresas para nuvem privada costumam se concentrar nas vantagens operacionais e de negócio que essa abordagem pode oferecer em termos de flexibilidade, agilidade e habilidade em ter, rapidamente, ganhos de escala. A análise que permeia o Modelo TCO de Nuvem Privada para Empresas é uma das primeiras disponíveis no mercado que trata exclusivamente da questão mais crítica para os gestores de TI – o custo-benefício dessa migração. O modelo revela que o pressuposto de que uma nuvem privada é algo muito difícil ou caro para ser adotado está incorreto, e que empresas de grande porte deveriam migrar diretamente para nuvem privada ou híbrida público-privada, por utilizar componentes disponíveis no mercado e ter custo mais atrativo.

A análise tomou, incialmente, um orçamento destinado a um ambiente representativo de TI já existente e o contrastou com os requerimentos de uma mudança para um modelo de nuvem privada e custos correlatos. Mais especificamente, a análise leva em consideração o orçamento operacional geral do data center da empresa (eliminados os custos que, geralmente, são os mesmos em ambos os cenários, como instalações – energia, aluguel, ar-condicionado/aquecimento) e, a partir daí, fornece uma divisão por software ou por tarefas operacionais realizadas. Essa divisão foi, em seguida, utilizada para calcular potenciais impactos de custo – tanto acréscimos quanto decréscimos – para um ambiente de nuvem.

O modelo financeiro da Nokia tem como base uma nuvem privada, ou mesmo uma arquitetura híbrida pública-privada de nuvem que possa ser implantada em qualquer empresa de grande porte nos dias de hoje, e incorpora componentes comerciais de diferentes fornecedores, incluindo-se o software de gerenciamento de nuvem OpenStack® de código aberto. O modelo assume, ainda, que a arquitetura de nuvem não requer uma substituição do gênero ‘empilhadeira’ no ambiente de TI mas, em vez disso, se assenta no topo da infraestrutura de TI existente, como uma camada sobreposta. Como resultado, a nuvem adota uma estratégia de implementação que minimizaria mudanças no dia a dia das operações de TI.

O IDC, empresa líder em inteligência de mercado, validou o modelo por inteiro, inclusive as margens dos custos potenciais acrescidos e decrescidos por categoria. Randy Perry, vice-presidente de Estratégia de Valor de Negócios do IDC, afirmou: “O IDC realizou uma extensa análise da estrutura e da operação do Modelo Nokia TCO de Nuvem Privada para Empresas. Estamos satisfeitos que os pressupostos, todos endossados por referências de terceiros, são razoáveis e abrangentes o suficiente para que se estabeleça uma comparação sólida de custos totais de nuvem privada e de ambientes já existentes de TI. Além disso, os dados sobre a indústria e as configurações-padrão apresentam margens aceitáveis, baseados na pesquisa de valor de negócio do IDC em mais de 450 empresas ao longo dos últimos dois anos. Por fim, os algoritmos e a metodologia para calcular economias de custo são precisos e aderem a diretrizes financeiras comumente aceitas”.

Mike Loomis, Diretor do segmento de empresas de grande porte na Nokia, afirmou: “O Modelo TCO de Nuvem Privada que apresentamos hoje é o primeiro na indústria. A maior parte dos defensores da implantação de uma nuvem privada ou híbrida em empresas de grande porte concentra seus argumentos nas vantagens oferecidas por uma abordagem em nuvem, sejam tempos mais rápidos de implantação de novas aplicações ou flexibilidade para implantar e gerenciar recursos e questões similares. Embora tais questões sejam legítimas, nosso modelo se diferencia por abordar as preocupações centrais que a maior parte dos gestores de empresas de TI têm: será que a migração vale o investimento e é aí que está mesmo a economia? Nossa análise provê um ‘sim’ contundente. Melhor ainda, o IDC, uma companhia de análises e consultoria altamente respeitável, concorda”.

Lauren Sell, vice-presidente de Marketing e Serviços para a Comunidade da Fundação OpenStack, afirmou: “Mais e mais empresas vêm adotando nuvens privadas providas pela OpenStack para obter vantagens em suas performances e economizar custos – tanto em redes públicas quanto em nuvens privadas proprietárias. O Modelo TCO de Nuvem Privada desenvolvido pela Nokia é o mais recente exemplo da criação, pelos membros da comunidade OpenStack, de ferramentas valiosas e validadas que podem ajudar empresas a planejar e executar suas estratégias para uma nuvem ágil e aberta”.

A economia de custos apontada pelo modelo foi calculada utilizando os pressupostos mais conservadores disponíveis, baseados nas necessidades de indústrias altamente reguladas, como finanças e saúde. Mais ainda, custos acrescidos, como os custos de migração das aplicações herdadas para a nuvem, foram calculados na ponta de uma escala possível de valores. A economia geral de 25% pode, portanto, ser considerada um valor mínimo – economias reais, na prática, podem ser consideravelmente maiores.

Atualmente, o Modelo Nokia TCO de Nuvem Privada para Empresas oferece uma análise geral de possíveis economias de custos para empresas de grande porte. Para as empresas interessadas, o produto pode ser rapidamente modificado para incorporar as informações de uma determinada empresa e oferecer não apenas uma economia customizada, mas também uma estimativa orçamentária por categoria de custo. A Nokia vai efetuar tais tarefas de análise sem custo para empresas de grande porte até 30 de junho de 2017.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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