Confira as 5 palavras-chave mais caras para anúncios pagos no Brasil

A publicidade online é a área mais estratégica para alavancar as vendas de qualquer negócio. A SEMrush, líder mundial em marketing digital, fez um levantamento através das ferramentas de busca na internet para identificar as palavras-chaves mais caras e que tornam o tráfego mais relevante para empresas que pretendem investir em campanhas no Google Adwords ou em anúncios pagos na internet.

A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2016 e abril de 2017, na América Latina, México e Espanha. No Brasil, a SEMrush identificou que “lei de franquia” lidera a lista das palavras-chaves mais caras, com custo de US$179,55 por clique. No segundo lugar do ranking está “umbunto”, com custo de US$112,33 por clique. O fato curioso desta palavra é que, nos buscadores, os usuários da internet a digitam errado. O correto seria “Ubuntu” – um sistema operacional de código aberto, construído a partir do núcleo Linux.

A palavra-chave que ocupa o terceiro lugar é “nuvem negra”, com o valor de US$107,47 por clique. Em quarto lugar está “mydlink log in”, com o custo de US$102,89 por clique. Essa palavra-chave tem relação com o sistema da D-Link, empresa que fabrica equipamentos de tecnologia da informação para pessoas e empresas. Já o quinto lugar do ranking é ocupado pela palavra-chave “web app fut”, com custo de US$81,52 por clique.

A0 nível de curiosidade, as palavras-chaves mais pesquisadas em todos os países são: “software”, em primeiro lugar com 21,9%, seguida de “educação, com 10,8%, “lazer”, com 10,4% e “web”, com 8,9%. A palavra-chave “financeiro” está no quinto lugar do ranking, com 4,5% das buscas, seguida do sexto lugar, “saúde e beleza”, com 3,7%. No sétimo lugar, curiosamente, está “marketing”, com apenas 3%.

Outro ponto interessante é que o Brasil tem as palavras-chave mais caras da América Latina, com US$ 78,10 por clique, seguido do Peru, com US$ 48,52 por clique. Seguido do Chile com US$ 44,19, por clique. O Brasil perde apenas para o México, situado na América do Norte, com valor médio de US$ 81,02, por clique.

“Para promover uma campanha de Google Adwords, por exemplo, você precisa determinar quais são as palavras-chaves mais relevantes em anúncios pagos. O preço de cada palavra-chave pode variar muito, dependendo da relevância e nível de concorrência. Por isso, ficamos surpresos ao identificar quais são as palavras-chave mais caras da América Latina e a quais setores pertencem. Esse tipo de levantamento torna os negócios mais estratégicos para as empresas que investem nos meios digitais para alavancar vendas, afirma Maria Chizhikova Marques, coordenadora de Comunicação da SEMrush.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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