Gestão do tempo é o maior problema para que as empresas prestadoras de serviços aumentem a sua lucratividade

Gestão do tempo é o maior problema para que as empresas prestadoras de serviços aumentem a sua lucratividade

As empresas de uma forma geral têm vários objetivos. No entanto apenas um motivo faz com que os negócios continuem vivos e permaneçam por muito tempo no mercado, que é o lucro. No caso das empresas prestadoras de serviços, um dos fatores críticos para o aumento da lucratividade é a gestão do tempo, uma vez que o produto entregue aos clientes é fruto do trabalho de uma equipe ou de uma só pessoa.

Estudos realizados por consultorias apontam que no setor de serviços, os custos com recursos humanos giram em torno de 30% a 50% do faturamento da empresa. É evidente que existe uma série de variáveis que influenciam esses porcentuais como o faturamento, tamanho do negócio, nível de gestão de processos e de pessoas e o nível técnico dos colaboradores.

A verdade é que a maioria das prestadoras de serviços são empresas que trabalham com equipes pequenas e não conseguem planejar suas ações. No caso de gerenciar o tempo de uma equipe de prestação de serviços é algo trabalhoso. Tem muito empresário que gostaria que o dia tivesse mais de 24 horas. O problema é o excesso de demanda para uma equipe pequena e contratar mais profissionais pode diminuir a rentabilidade da empresa ou até mesmo inviabilizar o negócio. No caso do cliente, ele quer que o serviço seja executado o mais rápido possível, com qualidade e que tenha bom preço.

A tecnologia da informação conquistou importante relevância nos negócios, porém ainda é alarmante o número de empresas de pequeno e médio porte que não faz uso de softwares de gestão empresarial, gestão do tempo e uma infinidade de tecnologias que podem contribuir decisivamente na produtividade da organização e redução de custos.

Outro problema das prestadoras de serviços é a gestão da comunicação. Projetos podem fracassar por problemas de interpretação de ordens, validação e registro de informações, ou mesmo uma simples troca oral de mensagens.

Por fim, a delegação de tarefas é outro item sério enfrentado pelos gestores das prestadoras de serviços. É que a maioria dos gestores quer abraçar o mundo e têm dificuldades de delegar certas responsabilidades. No entanto, o gestor deve ter consciência de que a equipe formada tem qualificação para lidar com todas as atividades do negócio. É preciso ficar claro que o papel do gestor é gerenciar a equipe, não devendo realizar nenhum processo operacional.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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