Emprego na construção brasileira cresceu 0,80% em abril

O nível de emprego na construção civil brasileira registrou variação positiva de +0,80% em abril na comparação com março de 2019. Foram abertos 18.428 postos de trabalho no período. No acumulado dos quatro primeiros meses de 2019, a variação é de +1,83%. Na comparação do primeiro quadrimestre de 2019 com o mesmo período do ano passado, a variação é de +0,88%. Ao final de abril, o setor empregava 2.314.065 trabalhadores.
Ao se dessazonalizar as informações, o emprego na construção civil brasileira teria registrado crescimento de +0,08% em abril (+1.954 postos de trabalho). Os dados são da pesquisa mensal do SindusCon-SP realizada em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal.
“Os números confirmam que ainda estamos longe da retomada do crescimento econômico necessário para o aquecimento do setor”, afirma o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Odair Senra.
Segmentação
No mês de abril, comparado com o mês anterior, o emprego em todos os segmentos da construção registrou crescimento, sendo os mais significativos: Preparação de terreno (+1,26%), Serviços de Engenharia Arquitetura (+1,11%), Infraestrutura (+1,09%) e Incorporação de imóveis (+0,90%).
Na comparação de abril com o mesmo mês de 2018, apresentaram crescimento Serviços de Engenharia e Arquitetura (+7,67%), Obras de instalação (+6,56%), Serviços(2,82%) e Outros Serviços (1,66%). Os demais mostraram declínio, especialmente: Infraestrutura (-2,22%), Obras de acabamento (-1,79%), Incorporação de imóveis(-1,50%) e Imobiliário (-0,88%).
Regiões e estados do Brasil
Em relação às cinco regiões do país, em abril somente o Norte registou variação negativa de -0,30% (121.204 empregados), enquanto as demais regiões apresentaram resultados positivos: Centro-Oeste (+1,77%, 187.068 empregados), Sul (+0,94%, 385.221 empregados), Sudeste (+0,76%, 1.183.508 empregados) e Nordeste (+0,69%, 437.064 empregados).








