Aberta em Curitiba primeira loja de experiência da AliExpress

O EBANX, fintech brasileira que oferece soluções de pagamento a sites internacionais, abriu nesta sexta-feira (6) em Curitiba a primeira loja de experiência da AliExpress, plataforma global de varejo online do Grupo Alibaba, no Brasil. Localizada no Shopping Mueller, um dos principais centros de compra da cidade, a loja é formada por um painel de 32 metros de comprimento, com vitrines virtuais e físicas. A ideia é permitir que o consumidor brasileiro interaja, física e virtualmente, com alguns dos principais produtos de tecnologia vendidos no site da AliExpress. Todas as compras serão realizadas na plataforma online da varejista chinesa, e os produtos serão entregues pelo correio.
Dois nichos da loja terão produtos físicos: serão dois modelos de smartphones da marca chinesa Xiaomi, o Xiaomi Mi 9 e Xiaomi Mi 8. Os produtos, de tecnologia de ponta, estão entre os melhores de sua categoria, com qualidade, design e custo-benefício que têm conquistado milhares de consumidores brasileiros. Nesses nichos, os visitantes poderão experimentar as funcionalidades dos itens e comprá-los pelo site da AliExpress.
Nas vitrines virtuais, o consumidor também poderá navegar e saber mais sobre outros produtos de tecnologia chinesa comercializados no site da AliExpress, como smartwatches, fones de ouvido e drones. Serão exibidos, nessas vitrines virtuais, os relógios Amazfit GTR e Amazfit Bip; os fones de ouvido sem fio Bluedio Hi e Bluedio v2; o drone DJI Mavic 2; a câmera filmadora Eken h6s; os celulares OnePlus 7 Pro, Remdi 8 Pro, Umidigi X e Umidigi A5 Pro; e os estabilizadores de câmera Zhiyun Crane 2 e Zhiyun Smooth 4.
Um telão de LED, com 5 metros de comprimento e 2,5 metros de altura, mostrará as especificações dos produtos. A parede também terá 8 nichos interativos, formados por monitores touchscreen, nos quais o consumidor poderá visualizar e obter mais informações sobre cada item, além de escanear um QR code para acessar a página do produto no site da AliExpress.
“Estamos entusiasmados em participar da iniciativa do EBANX, reunindo a experiência online e offline. O AliExpress é uma das plataformas de comércio eletrônico mais populares do Brasil e sempre buscamos maneiras de aumentar a integração de ambientes digitais e físicos, com o objetivo de oferecer a nossos consumidores mais opções, diversão e conveniência enquanto eles compram”, afirma Kang Huang, líder regional da AliExpress no Brasil. “Assim como o EBANX, almejamos inovar e diferenciar ainda mais a experiência de compra no AliExpress, permitindo que nossos consumidores explorem as marcas e produtos disponíveis na plataforma.”
Produtos de tecnologia chinesa estão alcançando uma popularidade crescente no Brasil e na América Latina como um todo, e cada vez mais figuram como a primeira opção de muitos consumidores. Companhias chinesas como o AliExpress têm facilitado o acesso de latino-americanos a produtos e serviços globais. Em 2018, o EBANX processou cerca de 35 milhões de compras em sites chineses parceiros, a maioria delas no Brasil. Em 2013, esse número foi de apenas 1 milhão. O ticket médio gasto por brasileiros nesses vendedores também aumentou, e passou de R$ 45 em 2013 para R$ 100 em 2019.
Além disso, a concorrência entre vendedores chineses também cresceu nos últimos anos. “Hoje, o EBANX atende cerca de 150 empresas da China, que vendem a países da América Latina usando nossas soluções. Somente em 2018, o número de merchants chineses quase dobrou em relação a 2017”, revela André Boaventura, sócio e diretor de marketing do EBANX.
Diante destes números, mostrar aos brasileiros o poder da indústria chinesa de forma presencial tornou-se obrigação. E nada melhor do que um shopping center para abrigar esta experiência e provar que qualidade e custo-benefício podem estar atrelados. “Hoje em dia, comprar um produto chinês deixou de ser sinônimo de falta de dinheiro. É de fato uma ótima opção para o consumidor. Pensando nisso, escolhemos o Shopping Mueller, que conta com um mix de lojas que atendem um público exigente, para desmistificar os produtos comercializados pelo AliExpress”, finaliza Boaventura.








