56% dos universitários brasileiros já se sentem preparados para o mercado formal

56% dos universitários brasileiros já se sentem preparados para o mercado formal

Uma pesquisa realizada pela Companhia de Estágios, consultoria especializada em programas de estágio e trainee, mostra que 56% dos universitários brasileiros já se sentem preparados para o mercado formal.

O levantamento “O perfil do candidato a vagas de estágio – 2019” também mostra que 35% dos jovens que ainda não fazem parte de um programa de estágio se sentem prontos para preencher uma vaga nesta modalidade. No entanto, 13% afirmam que precisam melhorar o currículo para se candidatar em alguma oportunidade.

Estágio x faculdade

Segundo o diretor da Companhia de Estágios, Tiago Mavichian, o estágio possibilita um aprendizado que a faculdade não proporciona ao aluno, mas que ambos são necessários para a carreira profissional.
“Estar em sala de aula é muito diferente se estar no dia-a-dia de uma empresa. Pelo estágio é possível compreender, de fato, como funciona uma organização, como é a rotina da profissão, além da possibilidade de lidar com profissionais mais experientes. Claro que uma coisa complementa a outra, por isso é sempre recomendado mesmo para aqueles alunos em que o estágio não é obrigatório, ingressar em um, pois, quanto mais bagagem ele tiver, melhor”, detalha.

Mais competitividade no mercado

De acordo com a mesma pesquisa, 52% dos entrevistados que estão buscando uma oportunidade de estágio não veem diferença no nível de competitividade e dificuldade entre as vagas de estágios e celetistas.

Mavichian explica que as empresas estão, sim, cada vez mais exigentes com os candidatos, mas que, geralmente, elas oferecem um plano de carreira para o estudante, principalmente quando se trata de uma grande companhia. “O mercado sofre bastante com a falta de profissionais qualificados, então, exigir requisitos técnicos e comportamentais dos universitários é também um jeito de prepará-los para o futuro. Além disso, as companhias estão investindo cada vez mais nos estagiários e dão espaço para um crescimento continuo dentro da empresa”, completa.

Pensando no futuro

Já no que diz respeito ao futuro do trabalho, 15% dos estudantes que estagiam pensam em investir em uma especialização após o término da faculdade. “Os estagiários conseguem sentir melhor a competitividade, então, é natural que se preocupem e queiram continuar com os estudos, pois assim conseguem garantir um currículo melhor e ter mais valor de mercado”, explica Mavichian.

O diretor da Companhia de Estágios salienta que os gestores buscam estagiários queiram “vestir a camisa da empresa” e que seguir com uma pós-graduação sendo recém-formado é algo muito benéfico tanto para o mercado quanto para o jovem, especialmente, se houver um plano de carreira para ele dentro da corporação.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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