Mercado moveleiro projeta crescimento de 8% no faturamento

moveis.jpgO mercado moveleiro se prepara para crescer em 2013 mais que no ano anterior, tanto no que se refere á  produção quanto ao varejo. Projeções do IEMI Inteliência de Mercado mostram que a produção industrial, que fechou 2012 com crescimento de 2% em peças (dados preliminares), deverá terminar este ano com crescimento de 5,5%. No varejo, o cenário também é bastante otimista: 2013 deve registrar aumento de 6,8% em peças e 9,7% no faturamento, ante 4,5% em peças e 8% em faturamento em 2012.

De acordo com Marcelo Prado, diretor do IEMI, a boa expectativa se deve ao fato de que, após a corrida por produtos da linha branca e de automóveis (também beneficiados pela redução do IPI no ano passado, mas que obtiveram mais sucesso de vendas), o consumidor adquira mais móveis em 2013, até por uma questão de necessidade, já que voltou seus investimentos para outros tipos de produto no ano passado. Acreditamos na retomada do crescimento da participação dos móveis no consumo das pessoas”, afirma Marcelo Prado.

Pesquisa do IEMI sobre o comportamento de compra do consumidor de móveis, realizada em 2012, mostra que a maior parte dos entrevistados (41,3%) costuma adquirir móveis todo ano, mas geralmente a compra é motivada por um necessidade relacionada a momentos específicos da vida, como mudança para imóvel maior (30,2%), filhos entrando na adolescência (15,1%) e casamento recente (13,3%), por exemplo.

A conclusão de que a compra de um móvel é motivada por necessidade é ainda reforçada nas respostas relacionadas ao tipo de produto adquirido na última compra – o guarda-roupa lidera com 13,7%. Abaixo, o ranking dos 5 produtos mais adquiridos na última compra.O gasto médio dos consumidores com móveis em 2012 foi de R$ 1.170,00, de acordo com o IEMI. Vale lembrar que, pelo alto valor, a aquisição de um móvel envolve planejamento. Por isso, apenas 17% dos consumidores fazem a aquisição sozinhos. A maior parte (53,7%) realizou a última compra acompanhado do esposo(a)/companheiro(a). Mais da metade dos entrevistados também não realizaram a compra por impulso: 57,7% afirmam ter visto o produto adquirido em outra ocasião e 79% compararam os preços antes de comprar.

Soma

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