Grupo brasileiro de distribuição automotiva aposta na Região Sul e investe R$ 28 milhões em três novas filiais

Grupo brasileiro de distribuição automotiva aposta na Região Sul e investe R$ 28 milhões em três novas filiais

O Grupo Veneza que tem 38 anos de atuação no mercado brasileiro e é um dos conglomerados de distribuição automotiva que mais se expandiu nos últimos anos, está apostando agora na Região Sul. Através da Veneza Equipamentos Sul, o grupo inaugura oficialmente hoje em Curitiba uma distribuidora de equipamentos de construção da chamada linha amarela, da montadora norte-americana John Deere. E os investimentos no Sul vão continuar. Em dezembro começa a funcionar a filial de Cascavel e no primeiro semestre de 2019, será inaugurada a terceira filial do Sul do País, desta feita em Florianópolis.

Eu conversei com o diretor executivo da Veneza Sul, João Paulo Melo, e me informou que o Grupo, que teve seu início nas regiões Norte e Nordeste, atua hoje em 11 estados brasileiros, e está investindo R$ 28 milhões nas três filiais da Região Sul, pois acredita na retomada da economia, independente de quem for o presidente do Brasil nos próximos quatro anos. Segundo o executivo da Veneza, a Região Sul, especialmente os estados do Paraná e Santa Catarina, despertou o interesse do grupo diante do grande potencial no agronegócio. E embora a filial de Curitiba esteja sendo inaugurada na tarde de hoje, ela começou a venda de equipamentos, em março último, e a previsão é de que as vendas deverão dobrar no próximo ano. No Brasil, o Grupo Veneza detém 50% da rede de distribuição da John Deere Construção, que engloba cinco famílias de produtos formados por retroescavadeira, pás-carregadeiras, escavadeiras hidráulicas, motoniveladora e tratores de esteira. A empresa beneficia também o pós-vendas, dando suporte e prestando assistência técnica em todo o território de atuação, inclusive, com unidades móveis para atendimento aos clientes em campo, porém sem abrir mão de novas tecnologias.

Por fim, embora a economia brasileira tenha caminhado de lado, este ano, o setor de máquinas pesadas não tem do que se queixar e deve encerrar 2018 com um crescimento entre 10% e 15% em termos de comercialização quando comparado a 2017, isso de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Eu perguntei ao diretor da Veneza Equipamentos Sul, qual foi o principal motivo desse crescimento, e ele me explicou que, em especial, no primeiro semestre houve várias compras por parte do governo e no caso da iniciativa privada, muitas empresas estão renovando suas frotas, pois acreditam na retomada da economia.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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