Jovens profissionais preferem startups às multinacionais

Jovens profissionais preferem startups às multinacionais

“Eu jamais entraria em uma empresa que tenha dresscode”, afirma Gabriel Andrade, de 22 anos, que é analista de comunicação do GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil. Assim como ele, cada vez mais, jovens profissionais buscam ambientes mais flexíveis para fazer carreira. Segundo um estudo realizado pelo Trampos, site de emprego na área de criatividade do Brasil, 68% dos jovens entrevistados consideram a flexibilidade do horário e o desenvolvimento pessoal os pontos mais importantes no momento de aceitar oportunidades no mercado de trabalho.

Uma das alternativas encontradas pelos jovens é ingressar em startups, que são empresas que inovam por meio de um modelo de negócio escalável. “De uma forma geral, vejo que há uma série de diferenças entre uma empresa convencional e uma startup, porque na nossa realidade é sempre colocado em pauta o nível de responsabilidade de cada um no business”, pontua Mellody Gesualdo, supervisora operacional da Singu, marketplace de beleza e bem-estar.

Segundo estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), sete em cada 10 pessoas de 15 a 24 anos saem do emprego, mais especificamente das multinacionais, antes de completarem um ano. Esse dado aponta o descontentamento dos mais jovens com os padrões das grandes empresas. Com essa nova geração, saem de cena as salas de reuniões, o terno e a gravata e os horários bem definidos, dando lugar aos ambientes descontraídos e às roupas casuais. “NoGetNinjas, somos respeitado por quem somos e podemos ser quem quisermos ser”, completa Gabriel.

“Aprendemos sobre negócios, boas práticas, tendências de mercado e metodologias de sucesso. O modelo tradicional acaba te fazendo ser só mais um e fica estampado que você é descartável; já numa startup, os resultados que são gerados para a empresa ficam escancarados o tempo todo e o aprendizado é muito rápido”, afirma Artur Mendes, implementador de projetos na Octadesk, especializada na gestão de relacionamento com clientes.

As startups contam com uma construção interna diferente, tornando possível que os colaboradores realizem as atividades diárias da forma que preferirem. “A importância do trabalho de cada funcionário é sempre levada em consideração de uma forma muito particular, assim, a empresa funciona como um todo”, afirma Mellody.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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