Três desafios para começar a Transformação Digital

Três desafios para começar a Transformação Digital

Segundo o Global Competitiveness Index 4.0, estudo do Fórum Econômico Mundial, o Brasil está em queda no ranking global de competitividade e inovação. O país, em relação ao ano passado, caiu três colocações, saindo da posição 69 e indo para a 72, atrás não só de nações em desenvolvimento como Rússia e Índia, mas também de latino-americanos como Chile, Uruguai, Colômbia e Peru. Ainda segundo o estudo, o desafio para transformar digitalmente as empresas passa pela ausência de reformas como a tributária, trabalhista e de infraestrutura geral do país.

Assim, Tiago Magnus, CEO & Founder do TransformaçãoDigital.com, ecossistema que conecta pessoas e empresas à transformação digital, elencou as principais dicas para começar a Transformação Digital em uma empresa e mudar o cenário brasileiro:

Pensar global, atuar regional

O primeiro entendimento necessário para iniciar uma jornada de Transformação Digital é que uma única estratégia não pode ser aplicada em vários lugares. Para empresas com atuação em diversos locais, as estratégias têm de ser flexíveis e abraçar as mudanças necessárias em cada região. Só assim será possível tracionar as ações de forma rápida o suficiente para acompanhar as disrupções do mercado. Indo mais além, será possível aumentar o alcance geográfico e, por consequência, expandir a operação da empresa já adaptada à nova estratégia. Tentar colocar em prática uma única estratégia, sem pensar nas peculiaridades regionais, é não sair do lugar: você quer inovar, mas não permite que as mudanças criem vida própria.

Escolher um parceiro de Transformação

Pode parecer contraditório ao item anterior, mas é importante entender que trabalhar com muitos fornecedores podem acabar deixando sua estratégia desalinhada. Administrar múltiplos contratos e contratados, procedimentos, serviços e entregas significa lidar com pessoas, visões e estratégias diferentes. Encontre parceiros que entendam o que é Transformação Digital, como você está percorrendo este caminho tortuoso em busca de inovação e, a partir disso, entreguem soluções que vão suprir sua necessidade de buscar fornecedores para todas suas dores individuais.

Mensurar os resultados da Transformação Digital

Por ser tão abrangente – estando presente em todos os setores de uma empresa – e digital – ou seja, não palpável – um dos principais desafios da Transformação Digital é entender quais resultados ela está efetivamente trazendo a empresa. Portanto, cada organização deve desenvolver uma estratégia que abrace suas necessidades de inovação e criar KPIs (Key Performance Indicator) para entender os resultados que estão sendo alcançados. Além disso, é importante entender que inovar significa estar aberto a mudanças.

Há, entretanto, uma forma genérica e mais palpável de enxergar os impactos de uma jornada de Transformação Digital: entender como ela está afetando os setores e as funções de cada colaborador da empresa até aquele momento. As equipes derrubaram as barreiras de “departamentos” e estão colaborando entre si em busca dos mesmos objetivos? Há uma constante troca de informação entre todos? Ferramentas digitais já foram implementadas e estão otimizando todo o processo? Essa são perguntas que devem ser respondidas de forma positiva para que a Transformação esteja de fato acontecendo.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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