Cinco problemas causados por má gestão de conflitos nas empresas

Cinco problemas causados por má gestão de conflitos nas empresas
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Em um ambiente profissional, pessoas com personalidades e experiências de vida distintas passam a maior parte do tempo juntas. Essas diferenças podem ser enriquecedoras, mas também podem provocar conflitos. Em certa medida, aliás, são até normais no ambiente de trabalho, mas apenas em certa medida. Quando extrapolam os limites do aceitável, tornam-se fontes de problemas.

Assim, saber gerenciar os conflitos inerentes ao universo do trabalho é fundamental para a sobrevivência de uma empresa. Quando isso não ocorre, as companhias correm o risco de aumento de custos, fuga de talentos e outros impactos negativos. Confira cinco problemas decorrentes da má gestão de conflitos:

Relacionamentos tóxicos

A ocorrência de conflitos ou ruídos em excesso deteriora a relação entre os colaboradores, fazendo com que, em alguns casos se torne insustentável, com inúmeros desdobramentos: fofocas, agressividade, discussões ruidosas frequentes e muitos outros. Isso torna o ambiente profissional desagradável, o que inviabiliza a tarefa em equipe, com consequências devastadoras para toda a organização. Em uma empresa, embora desentendimentos e divergências possam ocorrer, todos precisam jogar no mesmo time. Sem o envolvimento de todos, não há como levar adiante um bom trabalho.

Queda na produtividade

Um ambiente marcado pelo ruído se torna insuportável para os colaboradores, e pode trazer queda no desempenho e na qualidade do trabalho, com maior ocorrência de erros, menor atenção aos processos e menos comprometimento, o que interfere nos resultados da empresa. Quando a desmotivação se dissemina entre os funcionários, as consequências podem ser ainda piores.

Fuga de talentos

A fuga é uma consequência direta dos cenários que descrevemos acima. A falta de habilidade para gerir conflitos leva à perda de talentos. Não mais encontrando um ambiente propício para se desenvolver, buscam condições melhores em outro lugar. O turnover elevado impacta financeiramente, com o pagamento de rescisões e outros encargos, além de comprometer o clima organizacional e até o relacionamento com fornecedores ou clientes.

Processos judiciais

A ocorrência frequente de conflitos pode conduzir à prática de assedio moral ou até mesmo a sabotagem de um colaborador pelo outro, o que aumenta o risco de processos judiciais contra a empresa e seus gestores.

Imagem maculada

Equipes em desarmonia podem prejudicar significativamente a imagem de uma companhia, pois disseminam seu descontentamento não apenas entre os colegas, mas também entre clientes, fornecedores e outros públicos de interesse. A empresa passa a ser vista perante o mercado como um ambiente desfavorável para trabalhar e fazer negócios.

O artigo foi escrito por Allessandra Canuto, que é especialista em gestão estratégica de conflitos, sócia da AlleaoLado, focada em consultoria e coaching para empresas, e coautora do livro “A culpa não é minha”

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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