Com a demissão do ministro da Saúde dólar sobe 0,33% e bolsa cai 1,84%

Em mais um dia de instabilidade, com a saída do ministro da Saúde, Nelson Teich, que tinha assumido o cargo há um mês, o dólar comercial fechou a sexta-feira (15) com valorização, enquanto a Bolsa teve mais um pregão de baixa.
A moeda norte-americana subiu 0,33%, cotada a R$ 5,837 na compra e a R$ 5,839 na venda. Na semana, o dólar acumulou alta de 1,72% e no ano a elevação chega a 45,50%.
O dólar hoje oscilou entre a mínima de R$ 5,764 e a máxima de R$ 5,866.
O dólar turismo subiu 0,17%, com negócios entre R$ 5,88 e R$ 6,06.
Ibovespa cai 3,37% na semana
O Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3, terminou a sexta-feira (15) com queda de 1,84%. O indicador registrou 77.556,62 pontos, acumulando perda de 3,37% na semana. O volume financeiro somou R$ 25,988 bilhões.
A bolsa paulista foi afetada pela inconstância política que rodeia o país, após o novo ministro da Saúde pedir demissão do cargo nesta sexta pela manhã. Nelson Teich assumiu a Saúde em 17 de abril e, em menos de um mês, deixa o cargo, em meio à pandemia de coronavírus e uma eminente crise no governo do presidente Jair Bolsonaro.
A enxurrada de balanços corporativos também foi alvo dos investidores, que avaliam os riscos diante de todo o cenário interno.
Dentre os papéis que compõem o Ibovespa, os que fecharam com as maiores altas foram: Braskem, +7,94%, Cia Hering, +13,42%, e Gol, +8,54%.
Já as ações que mais se desvalorizaram foram: Suzano, -10,87%, Pão de Açúcar, -7,93%, e Cyrela, -7,19%.
A ações mais negociadas no pregão foram as da Petrobras PN (-0,57%), Vale (-0,04%) e B3 (4,55%).








