Especialista dá dicas de como reduzir os custos de importação

Especialista dá dicas de como reduzir os custos de importação

A retomada da economia após o período de pausa forçada devido ao novo Coronavírus é tomada de desafios. Para o empresário brasileiro, cercado de incertezas e inseguranças quanto ao mercado, reduzir os custos de importação é uma das principais maneiras de amenizar os efeitos da crise.

Claus Malamud, ou Mr. China, especialista em importação com mais de 15 anos de experiência no mercado chinês, responsável por enviar ao Brasil pelo menos 1.500 contêineres lotados com mercadorias próprias e de clientes, ensina como driblar a crise e manter-se forte e competitivo no cenário do “novo normal”.

1-Transporte

Qual o melhor modal para utilizar em transações de importação? Nesse tipo de operação, a definição do meio de transporte é uma das decisões mais importantes a ser levada em conta. A relação custo-benefício, tempo de entrega, riscos e valores do seguro são pontos a serem observado.

Segundo Malamud, o transporte marítimo é a bola da vez. “O transporte marítimo pode ser um pouco mais demorado, mas hoje está muito barato. O preço do frete nesse tipo de modal reduziu bastante”, explica.

2-Negociar o preço final do produto

Quanto melhor for a negociação do valor das mercadorias junto ao fornecedor internacional, menor será o custo final de importação. Isso acontece não somente pela redução do valor de cada unidade, mas também por ser possível pagar menos imposto por produto que entra no País.

“Sempre pergunte ao fornecedor qual será o preço final do produto de acordo com a quantidade comprada. Por exemplo, fazer um orçamento para mil, cinco mil ou dez mil peças e ver por quanto o produto sai em casa faixa de preço. Essa negociação é importante pois, às vezes, conseguimos viabilizar melhores valores em cima de uma compra maior’, comenta Malamud.

3- Armazenamento da mercadoria na viagem

“Verificar qual o tipo de embalagem e a forma como o produto será acondicionado faz toda a diferença. Dependendo da forma como a mercadoria é guardada, você pode perder espaço e assim aumentar seus custos, pois serão necessários mais contêineres”.

Espaço é dinheiro, e segundo Malamud, pequenos detalhes como esse fazem a diferença no valor final pago.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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