Como as empresas financeiras agem para não expor informações de clientes?

Como as empresas financeiras agem para não expor informações de clientes?

Os serviços tecnológicos que envolvem a utilização dos clientes motivam, atualmente, sérias discussões sobre a privacidade do público em relação às suas informações pessoais, jurídicas, de geolocalização e, principalmente, financeiras. Mas, como as empresas que lidam com dados monetários de pessoas físicas em ações simples como uso de cartões de crédito e compras online fazem para garantir a proteção desses dados? A Seven MMT, que tem mais de 15 anos de referência em soluções tecnológicas de meios eletrônicos de pagamento, esclarece algumas questões. 

Segundo Apura Cybersecurity, o uso de dados de cartões de crédito de terceiros é a fraude financeira mais comum: no Brasil, a empresa especializada em segurança cibernética detectou vazamentos e compartilhamentos indevidos em mais de 770 mil cartões de créditos de janeiro a novembro de 2020, representando 58,7% dos golpes financeiros cibernéticos no segundo semestre do ano passado. 

Esses atacantes capturam informações pessoais, senhas, contas bancárias, CPF e demais dados em uma prática conhecida como phishing. Eles criam links de páginas falsas que se parecem muito com as páginas oficiais das instituições financeiras. 

Para combater esse contexto, a Seven MMT aposta no enorme background técnico (Telecom, Sistemas e Novas Tecnologias) e o capital de experiência em projetos de elevada complexidade e dimensão. Neste caso,  a segurança oferecida é através de mecanismos especiais de detecção e prevenção de fraudes como análise de dados de comportamento e validação cadastral dinâmica. 

Com o crescimento do e-commerce nos últimos anos, a segurança é sempre uma pauta em destaque, pois ela é capaz de atrair e reter os clientes externos, além de garantir o desenvolvimento mesmo em época de crise financeira. Desta maneira, um dos principais recursos para garantir um sistema seguro para transações tem se consolidado: a criptografia sobre registros e dados.

“A digitalização simplesmente tem entrado cada vez mais na rotina dos brasileiros, principalmente com o impacto da pandemia. Por isso, o nosso objetivo é trazer cada vez mais soluções que trabalhem com a proposta de facilitar a vida de empresas e consumidores, ao mesmo tempo que evita fraudes e proporciona o máximo de segurança e agilidade para o mercado”, pontua Evandro Prieto, Diretor de Tecnologia e Produtos.

Tecnologias mais seguras 

Com o acesso às informações confidenciais de forma ilegal movimentando bilhões de dólares por ano, as técnicas de inteligência artificial e machine learning, assim como a criptografia, se tornam vitais para a não-exposição de dados pessoais. Logo, é recomendado que o usuário mantenha sempre habilitado alguns mecanismos adicionais de segurança como a de biometria (Facial ou Digital) em seus dispositivos. 

Por isso, perante o constante crescimento no número de fraudes, seja através de e-mails falsos ou propagandas fraudulentas em redes sociais, que direcionam o usuário a websites adulterados, é tão necessário a implementação de recursos de ponta a ponta.

Outra forma que as empresas utilizam para não expor informações dos clientes durante as transações financeiras é por meio da tokenização, uma das ferramentas grandiosas na proteção de dados, haja visto que ela desempenha papel crucial na limitação dos atuais ataques. Implementada de forma eficaz e eficiente, a tokenização chega a fornecer o maior nível de confidencialidade.

A tecnologia Near Field Communication (NFC) também é referência nas transações mobile, conectando dispositivos próximos por radiofrequência. Com transmissão de dados em mão única e com segurança, impedem que o vendedor acesse informações confidenciais. Todas as tecnologias de contingência contra ataques cibernéticos fazem parte do portfólio de serviços da Seven MMT e mais informações podem ser conferidas no site: https://sevenmmt.com/

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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