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5 mitos e verdades sobre empréstimos para PMEs

Apesar de ser uma prática bastante comum no Brasil, ainda existe uma certa desconfiança quando o assunto envolve empréstimo para as PMEs. É comum que os empreendedores questionem qual o melhor momento para pedir crédito, como solicitar ou se o empréstimo é, de fato, uma prática realmente confiável.

“Muitos empreendedores buscam o empréstimo por razões erradas. O crédito empresarial pode ser uma boa alternativa para conseguir capital de giro caso você planeje expandir o portfólio de produtos ou serviços da sua empresa, comprar estoque ou investir em reformas e compra de equipamentos. Contudo, é fundamental que o pedido de empréstimo seja planejado. Algumas empresas gastam mais do que faturam e usam o crédito para postergar uma situação e não para fazer o negócio crescer. A ideia do crédito é que ele ajude a empresa a lucrar mais, não a se endividar”, explica Cristiano Rocha, diretor de crédito e cofundador da BizCapital – fintech de soluções financeiras para micro e pequenas empresas.

Pensando em tirar todas essas dúvidas, Rocha reuniu os cinco maiores mitos e verdades sobre o empréstimo para empresas.

1. Pedir empréstimo é um mau negócio

Mito. É preciso mudar o pensamento de que solicitar crédito é um mau negócio. O empréstimo deve sempre ser visto como um facilitador de crescimento para a empresa, desde que seja sempre bem planejado e estruturado para caber nas contas. Por isso, entender e mapear as reais necessidades do negócio é fundamental para não perder o foco e dispersar o destino do dinheiro.

2. Conseguir empréstimo é burocrático

Mito. Até pouco tempo atrás, era preciso ir até aos bancos ou financeiras para solicitar uma linha de crédito para micro e pequenas empresas. Mas graças aos avanços da tecnologia nos últimos anos e, principalmente, com a chegada das fintechs no país, agora é possível solicitar empréstimo PJ sem sair de casa, pelo próprio celular ou computador. Sem as inúmeras intermediações que ocorrem em bancos tradicionais, o processo fica mais simples e rápido, e as taxas acabam diminuindo.

3. As taxas de linhas de crédito para empresas são muito altas

Mito. Essa é uma das dúvidas mais comuns quando o assunto é sobre linhas de crédito para empresas. Afinal, empreendedor nenhum toma decisões importantes sem levar em consideração o custo. No geral, as fintechs, por exemplo, realizam uma análise mais personalizada do cliente, levando em consideração o histórico de cada negócio e suas necessidades, a estabilidade financeira, o tempo de mercado e o faturamento médio mensal. Assim, elas conseguem estabelecer condições e taxas de juros mais atrativas ao empreendedor.

4. Empréstimo online é confiável

Verdade. A confiabilidade das fintechs são garantidas pelo Banco Central, uma das instituições que regula o mercado financeiro e monitora as atividades dessas empresas. Ou seja, as companhias precisam seguir regras rígidas para oferecer seus produtos à população. Além disso, todo o processo, desde a solicitação até a tomada do empréstimo, é feito online, de maneira totalmente segura.

5. Empréstimo pode ser sem burocracia ou garantias reais

Verdade. Nos empréstimos para pessoas físicas, um bem, que pode ser um imóvel ou um veículo, é dado como garantia de pagamento à instituição financeira, o que atribui maior confiabilidade ao cliente. Já no empréstimo digital PJ, analisar o pedido é responsabilidade da instituição financeira ou fintech, mas os bens são só seus, e não há necessidade de vinculação deles no processo.

“Um empréstimo PJ, quando bem organizado financeiramente, não só impulsiona o crescimento, como também alivia o caixa atual da empresa. Dessa forma, você não mexe no dinheiro que tem e aproveita o crédito para investir no que precisa para avançar com seu negócio”, finaliza Rocha.

Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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