Aplicativos financeiros seguem em disparada no Brasil e no mundo

Aplicativos financeiros seguem em disparada no Brasil e no mundo
A AppsFlyer, líder global em atribuição e análise de dados para publicidade de aplicativos, está lançando um estudo inédito sobre a performance dos aplicativos de finanças no Brasil e em todo o mundo. O estudo abrangeu aplicativos tanto de banco digitais, quanto de bancos tradicionais, assim como apps de pagamento e também de investimentos. Em 2020, o Brasil foi o 2o país com mais instalações de apps de finanças, atrás apenas da Índia, e sendo o maior mercado potencial da América Latina. O crescimento no número de instalações de apps de finanças entre o primeiro trimestre de 2020 até o mesmo período de 2021 foi de 65%. Nos últimos dois anos, o salto é de 260%.

“O Brasil é promissor para aplicativos de finanças por uma série de fatores. O primeiro é a alta introdução dos smartphones como principal meio de acesso à internet, em seguida vem o fato de que a pandemia restringiu acesso às instituições financeiras, fazendo com que o as pessoas se acostumassem aos serviços digitais”, diz Daniel Simões, diretor regional da Appsflyer no Brasil. “Além disso, a publicidade de aplicativos cresceu em investimentos em todo o mundo”

Segundo o estudo da Appsflyer, na América Latina, 40% da aquisição de usuários vem de campanhas de marketing, demonstrando que em um cenário de alta competição, os aplicativos são de fato um novo canal de engajamento e aquisição de novos clientes, e que empresas de finanças estão mudando a sua mentalidade diante da pandemia, antes utilizando o aplicativo apenas como um canal de engajamento.

Os números mostram que a corrida está evoluindo cada vez mais. Os gastos globais com aquisição de usuários para apps de finanças atingiram os US﹩3 bilhões de dólares em 2020, em 2021 apenas no primeiro trimestre apps financeiros já investiram 1,2 bilhões de dólares. A América Latina representa 20% dos gastos globais, cerca de 542 milhões em 2020.

No Brasil, em meio à oferta variada de apps financeiros em diferentes categorias, os apps bancários (Bancos tradicionais e Bancos digitais) geraram quase 60% dos novos usuários de apps financeiros do 4º trimestre de 2020 e do 1º trimestre de 2021. Ao oferecer um conjunto cada vez maior de serviços para os proprietários de contas, os bancos tradicionais e digitais competiram diretamente por novos usuários, ambos totalizando 28% das instalações de apps vindas de novos usuários no período analisado.

Bancos tradicionais perderam espaço dentre usuários de apps de finanças, com seu share de instalações diminuindo 24,2% em 2020 em comparação com 2019. Bancos digitais por sua vez aumentaram o seu share de instalações no mesmo período em 13,3%.

Porém, os bancos tradicionais ainda conseguem fazer com que os clientes usem seus apps 30% mais vezes dentro do mesmo período de tempo quando comparados aos bancos digitais. Apps de investimentos, ainda considerados mais nichados, são responsáveis por 10% da aquisição de usuários na região (América Latina).

Amostra

A amostra do estudo foi de 4,7 bilhões de instalações de apps de finanças em todo o mundo de 2 mil aplicativos, entre o primeiro trimestre de 2019 e o de 2021.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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