Sistemas de roteirização e monitoramento aumentam em mais de 30% a produtividade e a agilidade nas entregas

Sistemas de roteirização e monitoramento aumentam em mais de 30% a produtividade e a agilidade nas entregas

Um hábito cada vez mais comum entre os motoristas é ligar o sistema de navegação para checar a melhor rota e o tempo que será levado para o trajeto. Agora, para profissionais de logística, que circulam o dia todo entregando mercadorias, com prazos apertados e, por vezes, cargas perecíveis que precisam chegar rapidamente aos clientes, como no ramo de Food Service, fazer uso de sistemas de roteirização e monitoramento com geolocalização aumenta não apenas a produtividade, como também otimiza toda a cadeia de entregas.

“Com sistemas de inteligência artificial [IA] e geolocalização, é possível chegar a rotas de entregas muito mais assertivas com base em uma série de variáveis, que certamente irão reduzir não apenas os custos com combustíveis, além de integrar todo o sistema de logística”, diz Fernando Carvalho, gerente de Projetos da empresa CADD, que tem desenvolvido sistemas de roteirização e monitoramento com uma premissa: simplicidade de uso e redução de custos.

Carvalho explica que sistemas como o da CADD, que é totalmente on-line e desenvolvido para ser user friendly e intuitivo, pode reduzir em até 30% a utilização da frota e 25% o tempo percorrido por quilômetro rodado, através de rotas minimizadas e conectadas, usando serviços como o Google Maps, que evitam até mesmo caminhos mais congestionados.

Entre os maiores benefícios, está a agilidade e a facilidade de acesso de qualquer local às informações, que podem ser obtidas via aplicativo ou navegador web. O sistema é totalmente customizável, já que alguns clientes precisam notificar as cargas pelo volume, peso ou unidade.

Outra vantagem é o custo baixo por projeto. Com uma mensalidade fixa, o cliente passa a ter acesso ao servidor, segurança dos dados e atualização de serviços de maneira gratuita, o que em outras plataformas mais engessadas não acontece.

Como funciona o sistema na prática?

Para que a roteirização aconteça, o sistema segue cinco passos. Em um primeiro momento, acontece a importação do arquivo com as entregas a serem realizadas e um pedido é gerado.

A partir daí, um “pente-fino” é feito, com base na geolocalização e no posicionamento dos locais, a partir de métricas de Inteligência Artificial que geram “scores” para as melhores rotas. O sistema também indica qual a melhor configuração da carga, levando-se em consideração a ordem dos locais de entrega.

Por fim, a rota final com todas as informações é configurada sendo integrada ao ERP utilizado pela empresa. O sistema, inclusive, pode ser integrado a diferentes ERPs.

“Nós integramos o sistema da CADD com o nosso ERP em um cliente de Curitiba e as melhorias com a logística de entrega foram notadas logo no primeiro mês”, relata Áureo Bordignon, consultor sênior da Golden IT, que tem um ERP voltado ao ramo de Food Service.

Bordignon explica que a facilidade de integração foi um dos pontos principais da parceria com a CADD. A Cymco Alimentos, empresa de pão de queijos premium e cliente do ERP da Golden IT para a gestão de negócios, precisava potencializar a roteirização das entregas, até mesmo por lidar com produtos perecíveis, e teve na parceria entre as empresas a solução que precisava.

Monitoramento de entrega

Afora a roteirização, outro sistema que também aumenta a produtividade e a segurança na logística de entrega é o monitoramento dela. “Além das rotas otimizadas, os clientes também querem acompanhar o andamento das operações”, ressalta Fernando Carvalho.

Ele reforça que os dois sistemas são separados, mas podem atuar em conjunto. Desenvolvido em um aplicativo leve, com pouco consumo de bateria e pacote de dados de internet, o sistema também é de fácil uso e permite listagens de pedidos, checagem do andamento da entrega e até mesmo chat corporativo centralizado, sem a necessidade de uso de outros messengers.

Ao final da entrega, fotos podem ser tiradas e enviadas ao sistema para o financeiro adiantar processos de notas fiscais e baixas de pedidos. Caso o motorista fique sem internet, os dados são salvos no app e atualizados quando ele voltar on-line, podendo ser checados os dados das médias, a temporização de entregas e os indicadores de produtividade.

“Nós, que trabalhamos há mais de 20 anos com empresas de Food Service, sabemos como é estratégico ter um sistema de monitoramento de entregas que funcione efetivamente. Todos ficam contentes: a empresa que fornece, o cliente e até mesmo o motorista, que pode prestar contas de maneira muito mais rápida”, diz o consultor da Golden IT.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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