Saiba economizar na compra de materiais escolares

É necessário organização para não se endividar
Ano novo começando e com ele a lista de compras de material escolar. Uma despesa que requer muita organização e planejamento. A Viacredi, cooperativa do Sistema Ailos, traz algumas dicas para escolher a melhor forma de pagamento para não deixar que essa necessidade comprometa o orçamento familiar.
Juan Vinicius Correa, especialista em negócios da cooperativa, explica que atitudes simples podem fazer a diferença na hora da compra. A sugestão é antes de começar a comprar, por exemplo, que a família verifique o que pode ser reaproveitado do ano anterior. Neste momento é muito importante incluir a criança durante o processo. Produtos como lápis de cor, estojo, tesoura ou cola podem ser reutilizados. Essa é, inclusive, uma ótima maneira de educar para sustentabilidade e iniciar a educação financeira.
Depois da lista pronta, é hora de pesquisar os preços em lojas físicas e virtuais. “Como a demanda é grande, o preço pode variar bastante de uma loja para outra, por isso, é preciso pesquisar muito.”, indica Juan.
Pagar à vista ou a crédito
Na hora de escolher como pagar, primeiro é preciso conferir se o estabelecimento oferece desconto se for pago à vista, o que geralmente acontece. Antes de decidir parcelar, é preciso analisar se as parcelas futuras não vão comprometer o orçamento.
O especialista esclarece que é comum as pessoas optarem por comprar à vista quando têm o dinheiro em conta. Porém, muitas vezes não se programam com uma reserva de emergência e o dinheiro investido naquele momento acaba fazendo falta no futuro, diante de uma situação de necessidade. “Por isso o planejamento financeiro é essencial.”, esclarece.
O cartão ainda pode ser uma boa alternativa caso você não tenha o valor disponível. Mas é claro, desde que a parcela caiba no bolso e não comprometa a renda futura. “Utilizar o cartão ainda pode trazer outros benefícios, como pontos que podem ser trocados por produtos, crédito na fatura, pacotes de viagens e milhas aéreas”, reforça o especialista.








