Inteligência de dados democratiza o acesso ao crédito e aumenta o poder de compra

Fintech assegura jornada de compra rápida enquanto mantém inadimplência em apenas 2%
Enquanto o sistema bancário tradicional ainda se baseia em modelos de análises centrados quase exclusivamente no CPF, uma nova abordagem começa a ganhar força no varejo brasileiro. A Pagaleve, fintech focada em soluções de Parcelamento via Pix, desenvolveu, cinco anos atrás, um motor de decisão capaz de “ler” a intenção de compra em milissegundos, possibilitando que qualquer consumidor possa parcelar suas compras sem cartão de crédito. O diferencial está na mudança de abordagem, em que o algoritmo analisa itens relacionados à transação (detalhes do produto e performance de crédito de quem comprou produtos similares), além do histórico do consumidor, o que permite aprovar compras para brasileiros sem acesso aos modelos de crédito tradicionais, democratizando o acesso e aumentando as vendas dos varejistas.
Ao analisar cada operação, “transação a transação”, a Pagaleve consegue identificar que o risco de financiar uma camiseta de R$ 100,00 é drasticamente diferente de autorizar a compra de um smartphone de última geração, por exemplo. Enquanto os bancos operam com limites genéricos e histórico de score, a tecnologia da Pagaleve entende se aquele item específico cabe no fluxo financeiro do cliente naquele momento.
Inadimplência baixa
A eficiência desse modelo reflete-se em indicadores de saúde financeira superiores à média do mercado. Segundo Guilherme Romão, Chief Risk Officer da Pagaleve, a empresa mantém uma inadimplência de aproximadamente 2% (dados de Q4 2025), um número considerado extremamente saudável para o setor e inferior a outras modalidades. Dados recentes do Banco Central mostram que, no cartão de crédito rotativo, por exemplo, a inadimplência chegou a 64,7% em dezembro de 2025.
“Nosso motor de risco não é apenas um filtro de risco, mas um facilitador de vendas. Ao processar centenas de variáveis em até três segundos, sem exigir selfies ou fotos de documentos que geram fricção no checkout, conseguimos oferecer uma taxa de aprovação média de 65%, transformando o que seria uma venda perdida em faturamento real para o lojista e satisfação para o consumidor”, explica Guilherme Romão.
Para o varejista, essa infraestrutura funciona como uma injeção de conversão imediata. Ao adotar o modelo da Pagaleve, o lojista elimina o risco de fraude e inadimplência, que são integralmente assumidos pela fintech, e deixa de arcar com custos operacionais de antifraude e disputas de chargeback. “O varejo brasileiro hoje trabalha sob uma pressão de juros imensa, em que muitas vezes o lucro da operação é consumido pelo custo financeiro. Nossa solução oferece um respiro, permitindo que o lojista atenda públicos ‘invisíveis’ para o cartão de crédito, podendo aumentar o seu faturamento em até 13%”, destaca Romão.
Apoiada por investidores de prestígio global, como Banco do Brasil, OIF Ventures, Sun Hung Kai & Co, Endeavor Catalyst, Salesforce Ventures e Founder Collective, a Pagaleve consolida sua posição como líder de Parcelamento via Pix para o varejo. Ao democratizar o acesso ao parcelamento, a companhia não apenas resolve uma demanda reprimida por crédito, mas aumenta a conversão do lojista ao mesmo tempo em que redesenha a jornada de compra, tornando-a mais ágil, inclusiva e tecnologicamente avançada.








