No digital, tendência é que as farmácias virem hubs de saúde

No digital, tendência é que as farmácias virem hubs de saúde
O cenário de pandemia e isolamento social promoveu uma intensa readaptação de setores do varejo. Segundo o Farmácias APP, aplicativo de vendas online de saúde e beleza, o ano de 2021 fechou o primeiro trimestre com um aumento de 57,4% nas vendas online, quando comparado com 2020. No varejo farmacêutico, marketplaces foram um excelente caminho de transição e um novo canal de vendas para o início e atração de volume.

Com o fechamento de comércios na maior parte do ano passado, o processo de digitalização das farmácias foi uma necessidade e atualmente está em crescente expansão. Lojas que ainda não tinham grande penetração online e sustentavam suas operações apenas por meio de venda em PDV (ponto de venda) recorreram ao ambiente digital, o que aumentou ainda mais os números desse mercado e abrangeu uma capacidade de consumo que ainda não era possível.

Para Robson Parzianello, diretor de tecnologia do Farmácias APP, o mercado está cada vez mais competitivo e o ideal é focar em atração e relevância para continuar crescendo no ambiente digital. “Depois de credenciada no Farmácias APP, a farmácia deve iniciar uma validação periódica do seu estoque, mix de produtos, preços, frete e abrangência de entrega para garantir que sua loja tenha um posicionamento de relevância e destaque dentro da plataforma”, comenta.

Modelo inovador

Segundo a companhia, no digital, a tendência é que as farmácias virem hubs de saúde, um modelo inovador e disruptivo cada vez mais focado na experiência dos consumidores. Deste modo, possibilitará melhor efetividade ao utilizar uma única solução de aplicativo para oferecer múltiplos serviços, como consultas online, receituário, produtos de conveniência e, até mesmo, parceria com mercados, além de médicos dentro das próprias farmácias, como já acontece nos Estados Unidos, por exemplo.

“Quando falamos de futuro, acreditamos que o investimento em tecnologias voltadas à digitalização do negócio será mandatório, desde a boca do caixa até a gestão do estoque. Muitos varejistas não investem nisso por acreditarem que é algo apenas para as grandes redes, o que não é verdade. Com essas tecnologias, além de ter dados estratégicos para administrar o negócio, o varejista pode focar no que realmente é importante e trazer sua loja para o digital”, conclui o executivo.

Para quem deseja entrar no ambiente digital, a estruturação da plataforma, ações de marketing e segurança configuram alguns dos principais desafios. No entanto, marketplaces facilitaram esse processo ao oferecer a plataforma já preparada para atender os consumidores, além da redução de gastos para a loja que se adequa à digitalização e disponibiliza para o público sua presença online.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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