Geração Z revela como quer lojas dos shoppings

A expectativa de 43% da Geração Z é que as lojas dos shopping centers sejam departamentalizadas por categoria de produtos. Além disso, 42% deste público desejam lojas com personalização de roupas. As conclusões são do estudo “O Shopping do Futuro”, desenvolvido pela Officina Sophia Retail e Officina Sophia Minds & Hearts, membros da holding HSR, em parceria com a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce). A pesquisa foi realizada no mês de agosto, com mais de 1.200 jovens brasileiros e latino-americanos, entre 13 e 18 anos, das classes A, B e C.
Além da departamentalização dos estabelecimentos e possibilidade de personalização do vestuário, os provadores digitais também são desejados por 39% dos entrevistados. Já 27% querem livrarias com proposta sustentável. Há também outros anseios para os jovens brasileiros, incluindo locais que promovam prazer e bem-estar, citados por 60%, bem como espaços que proporcionem sensação de acolhimento (34%). Segundo 28% deles, esses locais devem ser exclusivos, únicos e especiais.
“Existe espaço para que a loja física se torne um centro de experiência com o produto e com marcas, permitindo, até mesmo, compras no ambiente digital e com oferta de serviços agregados, ressalta Valéria Rodrigues, diretora da Officina Sophia Retail e responsável pela pesquisa. De acordo com Glauco Humai, presidente da Abrasce, os empreendimentos já estão adaptando seus formatos à nova realidade do consumidor. “Muito mais do que centros de compras, os shoppings têm se transformado em espaços de lazer e núcleos de convivência, aonde as pessoas vão para passear e se divertir. Prova disso é a crescente diversificação do mix, com operações cada vez mais diferenciadas de entretenimento, gastronomia e serviços”, destaca.
A Officina Sophia Retail e Officina Sophia Minds & Hearts, em parceria com a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) elaboraram o estudo, em duas etapas, entre junho e agosto de 2016, sempre abordando pessoas de ambos os sexos. Na primeira, qualitativa, participaram cinco comunidades online, com jovens de 13 a 17 anos, das classes A, B e C, além de dois grupos TERA, envolvendo adolescentes de 13 a 17 anos, das classes A e B. A segunda fase, quantitativa, teve 1.219 entrevistas online, incluindo jovens de 14 a 18 anos, das classes A e B, sendo 512 brasileiros e 707 da América Latina, abrangendo Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México e Peru.








