Startup elenca 3 motivos para empresas investirem em processos seletivos inclusivo

Startup elenca 3 motivos para empresas investirem em processos seletivos inclusivo

Pouco a pouco empresas vêm aderindo a processos mais assertivos e inclusivos na hora de selecionar novos colaboradores. Criado na Europa, o recrutamento às cegas evita que a contratação seja baseada em critérios como gênero, raça e até classe social, para focar especialmente nas competências oferecidas pelo candidato.

Com o modelo, as informações do candidato e os vídeos gravados em plataformas ficam ocultos para as empresas, tendo o recrutador acesso somente ao áudio com as respostas e vídeo de forma embaçada. Ele só terá acesso ao material completo, caso o aprove o candidato para a próxima fase do processo, tornando as seleções mais justas e inclusivas, em um cenário em que, por exemplo, segundo dados levantados pelo Instituto Ethos, homens brancos com ensino superior são a maioria nas empresas, principalmente quando se fala em cargos de liderança.

Idealizadora e CEO da Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, Cammila Yochabell, elencou três razões para empresas e recrutadores investirem nesse modelo de processo seletivo. Confira!

1. Foco nas competências do candidato

O principal intuito de um processo humanizado é excluir vieses inconscientes do recrutador que normalmente acontecem a partir de fatores como gênero, raça e classe social, por exemplo, e focar exclusivamente nas competências do candidato. Esse tipo de processo é importante para mudar um pouco esse cenário.

No Brasil, segundo o IBGE, as mulheres estão em apenas 13,6% dos executivos do país. O favorecimento de homens na contratação para cargos de liderança se dá em cinco das oito divisões apresentadas pela pesquisa. Mulheres são a maioria como trainees, estagiárias e aprendizes, cargos considerados operacionais.

Já as pessoas negras são apenas 4,9% dos conselhos administrativos das corporações de todo o país. Quanto maior o nível hierárquico das funções menos negros aparecem nesses cargos.

2. Aumenta a produtividade da empresa

A equidade pode surgir como uma das soluções oferecidas para alavancar a empresa. Uma pesquisa recente da McKinsey mostrou que apenas o fato de mulheres ocuparem cargos de liderança aumenta em pelo menos 21% a probabilidade de uma performance financeira acima da média.

3.Competitividade através da diversidade

A diversidade de pessoas promove a competitividade intra e inter corporativa. Estudiosos como Peter Druker (um dos nomes da administração moderna) apontam que políticas como essa são uma das principais estratégias atuais para o sucesso de uma empresa.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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