Bitcoin volta a fazer parte do grupo de 10 ativos de US$1 trilhão após forte alta
Ao passar de US$ 51 mil, não há mais resistência de preço
Nesta semana, o Bitcoin voltou a fazer parte do grupo de 10 ativos de US$1 trilhão (que inclui metais como ouro e prata, bem como empresas como Microsoft e Apple), ao atingir os US$ 51.534 nesta quinta-feira (15).
O cálculo do valor de mercado é uma multiplicação do número total de unidades de um ativo pelo seu preço. No caso do Bitcoin, são 19,6 milhões de moedas multiplicadas por US$51.534, resultando em mais de US$1 trilhão.
Na opinião do chefe de pesquisa do MB, André Franco, ao passar de US$ 51 mil, em teoria, não há mais resistência (de preço). “O natural é que o Bitcoin busque preços mais altos e, eventualmente, até passe dos US$ 60 mil”, avalia.
Porém, segundo Franco, a grande questão é que neste caso em específico, por não ter suporte (também de preço) e resistência muito fortes a partir desse patamar, não se sabe onde que a alta pode parar nem qual será o suporte mais interessante.
“Ao longo da semana, o que vai definir essa continuidade de alta ou não será a entrada de fluxo de ETF”, conclui o chefe de pesquisa do MB .


