Para cada R$ 1 de receita, Natura gerou 4x mais em impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente

Para cada R$ 1 de receita, Natura gerou 4x mais em impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente

Resultado foi impulsionado pelo avanço da geração da renda para Consultoras e, além da ampliação dos programas de educação da rede

A Natura, empresa líder em Beleza e Cuidados Pessoais na América Latina, atingiu em 2025 o nível de impacto positivo que esperava alcançar apenas no fim desta década. Para cada R$ 1 de receita, a Natura gera o equivalente a R$ 4 em benefícios sociais e ambientais, valor superior ao impacto anteriormente registrado. Ao todo, a empresa gerou a marca histórica de R$ 86,85 bilhões em valor para a sociedade no último ano.

Essa matemática é feita pelo iP&L (Integrated Profit & Loss), uma plataforma própria lançada em 2022, que vai além do balanço financeiro tradicional e calcula em valores monetários o impacto gerado pela empresa. Enquanto o lucro contábil olha apenas para o que entra e sai do caixa da empresa, o iP&L calcula o “lucro” que as operações geraram para as pessoas e para o meio ambiente. É o caso, por exemplo, da renda gerada pelas Consultoras de Beleza Natura e Avon, ou o impacto das iniciativas de ensino da companhia que melhoram a educação das famílias delas. O indicador mede também o valor que se gera na parceria com mais de 13.000 famílias que vivem na Amazônia e produzem bioativos para os produtos da Natura ao mesmo tempo em que ajudam a manter mais de 2,2 milhões de hectares de floresta em pé.

“O grande diferencial do nosso modelo é a possibilidade de usar métricas de negócio para transformar impactos em números que orientam cada uma das nossas escolhas de negócio, levando em consideração, de forma integrada, os capitais financeiros, humanos, sociais e ambientais”, afirma Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura.

Criado pela Natura, o iP&L avalia três dimensões principais, além do financeiro: capital natural, capital social e capital humano. A metodologia busca tornar tangíveis os impactos positivos e negativos do negócio sobre o bem-estar da sociedade. O iP&L também apoia a companhia na definição de prioridades, gestão de riscos e evolução de metas socioambientais.

Como o resultado foi impulsionado

O resultado do impacto em 2025 foi impulsionado por avanços sociais e humanos, ao exemplo das evoluções da melhoria na renda, na saúde e na qualidade de vida das Consultoras de Beleza, somado à expansão dos programas de educação do Instituto Natura. Já na frente ambiental, a Natura teve marcos como o alcance de 90% das embalagens recicláveis, refiláveis ou compostáveis, e a meta é chegar a 100% até 2030.

Neste ano, a metodologia foi robustecida. Exemplo disto é a ampliação de consultoras entrevistadas, passando de 1,5 mil para 4 mil mulheres. Com isto, a empresa conseguiu enxergar mais o investimento e o impacto gerado.

Apesar de ter chegado ao nível planejado para 2030 com cinco anos de antecedência, a Natura trata esse número como uma fotografia do momento. Como esse é um indicador que muda por atributos internos e externos, como a inflação e o consumo, o desafio agora é manter a consistência e ampliar o impacto positivo de forma consistente ao longo dos anos.

Para estimular que outras empresas e instituições também conheçam o impacto de suas atividades, a Natura lançou, em abril, em parceria com a Africa Creative, a plataforma The Future P&L. Trata-se de uma plataforma online e gratuita que funciona como uma “calculadora de impacto” interativa, permitindo que empresas de qualquer porte e setor também possam medir o seu valor considerando os impactos humanos, sociais e ambientais de suas operações.

“Este resultado é uma etapa desta jornada, e não a linha de chegada. Ele traduz as escolhas e práticas regenerativas diárias que fazem parte do nosso modelo de negócio. Nossa meta segue na Visão 2050, que exige que nossos resultados sejam positivos em todos os capitais e dimensões do negócio. Estamos também disponibilizando a ferramenta do iP&L como um convite para que outras empresas possam medir o impacto do seu negócio para que, de forma coletiva, possamos endereçar desafios complexos através de uma atuação sistêmica e colaborativa”, finaliza Ana Costa.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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